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sábado, 15 de fevereiro de 2025

Tomb Raider IV-VI Remastered

Confesso que parte de mim não acreditava que veríamos IV-VI Remastered: mesmo com o relativo sucesso de I-III Remastered, essa segunda trilogia é composta por jogos que já não haviam sido grandes sucessos no lançamento original entre o público geral, e um deles era corretamente considerado a anjo negro (com o perdão do trocadilho) da franquia — foi responsável pela derrocada de um estúdio inteiro, afinal.

Da mesma forma que a coletânea anterior, as remasterizações mantêm a estrutura e jogabilidade originais, mas adicionam novas camadas de texturas e técnicas de iluminação, personagens e entidades remodelados, e, no caso do supracitado Angel of Darkness, as melhorias visuais não são tão evidentes mas são compensadas com a restauração de recursos que o lançamento original não possuía.
 
Esse pacote, sim, é especialmente dedicado para os fãs.


IV

•  Angkor Wat
•  Race for the Iris
•  The Tomb of Seth
•  Burial Chambers
•  Valley of the Kings
•  KV5
•  Temple of Karnak
•  The Great Hypostyle Hall
•  Sacred Lake
•  Tomb of Semerkhet
•  Guardian of Semerkhet
•  Desert Railroad
•  Alexandria
•  Coastal Ruins
•  Catacombs
•  Temple of Poseidon
•  The Lost Library
•  Hall of Demetrius
•  Pharos, Temple of Isis
•  Cleopatra's Palaces
•  City of the Dead
•  Chambers of Tulum
•  Citadel Gate
•  Trenches
•  Street Bazaar
•  Citadel
•  The Sphinx Complex
•  Underneath the Sphinx
•  Menkaure's Pyramid
•  Inside Menkaure's Pyramid
•  The Mastabas
•  The Great Pyramid
•  Khufu's Queen's Pyramids
•  Inside the Great Pyramid
•  Temple of Horus

•  The Times Exclusive
V

•  Streets of Rome
•  Trajan's Markets
•  The Colosseum
•  The Base
•  The Submarine
•  Deepsea Dive
•  Sinking Submarine
•  Gallows Tree
•  Labyrinth
•  Old Mill
•  The 13th Floor
•  Escape with the Iris
•  Red Alert!
VI

•  Parisian Back Streets
•  Derelict Apartment Block
•  Industrial Rooftops
•  Margot Carvier's Apartment
•  Parisian Ghetto
•  The Serpent Rouge
•  St. Aicard's Graveyard
•  Bouchard's Hideout
•  St. Aicard's Church
•  Rennes' Pawnshop
•  Louvre Storm Drains
•  Louvre Galleries
•  The Archaeological Dig
•  Tomb of the Ancients
•  The Hall of Seasons
•  The Breath of Hades
•  Neptune's Hall
•  The Sanctuary of Flame
•  Wrath of the Beast
•  Galleries Under Siege
•  Von Croy's Apartment
•  The Monstrum Crime Scene
•  The Strahov Fortress
•  The Bio-Research Facility
•  The Sanitarium
•  Maximum Containment Area
•  Aquatic Research Area
•  The Vault of Trophies
•  Boaz Returns
•  The Lost Domain
•  Eckhardt's Lab

O tempo está sempre contra nós, mas estarei desdobrando meu conteúdo primário — artigos opinativos e guias — nos próximos dias. Postagens sob esse marcador funcionam como um índice para minhas galerias de screenshots, nível a nível, mas infelizmente não tive condições para trocar de computador e, portanto, continuo impossibilitado de desenvolver esse tipo de conteúdo por enquanto.
 
Tomb Raider IV-VI Remastered está disponível desde 14 de fevereiro de 2025 em formato digital para Nintendo Switch, PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series, e PC. Considerando o histórico, um lançamento em formato físico é muito provável; como de costume, compartilharei aqui no blog Raider Daze quaisquer novidades relevantes.

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Tomb Raider I-III Remastered

Sim, está postagem está extremamente deslocada. Por padrão, aqui no blog Raider Daze, eu inicio minhas séries de screenshots próximo ao lançamento dos jogos; no caso de I-III Remastered, isso foi há mais de seis meses, mas o jogo recebia grandes alterações a cada nova atualização e eu estava jogando no PlayStation 5 e/ou Switch, onde as capturas não podem ser automatizadas, então deixei para mais tarde... (Em tempo, não troquei de computador, portanto ainda não vou criar as galerias).

Como hoje ocorre o lançamento oficial em mídia física, me pareceu um bom pretexto para publicar ao menos essa postagem por aqui. O primeiro passo é sempre o mais difícil, dizem.

I-III Remastered é a resposta a incontáveis pedidos da comunidade, em uma época onde apenas os tolos não capitalizam na nostalgia, trazendo clássicos de outrora para plataformas modernas e com uma bela recauchutagem visual. Os jogos são os mesmos que conhecemos e amamos, e, para os mais puristas, dispõem de uma opção para jogar com os gráficos originais da geração 32 bits.

Além de texturas de alta definição, personagens e objetos completamente remodelados, essa incrível coletânea conta com os pacotes de expansão, até então nunca disponibilizados para consoles, e algumas novidades, como animações faciais e até um surpreendente modo New Game +. Conteúdo e carinho para fã nenhum botar defeito.


I

•  Lara's Home
•  Caves
•  City of Vilcabamba
•  Lost Valley
•  Tomb of Qualopec
•  St. Francis' Folly
•  Colosseum
•  Palace Midas
•  The Cistern
•  Tomb of Tihocan
•  City of Khamoon
•  Obelisk of Khamoon
•  Sanctuary of the Scion
•  Natla's Mines
•  Atlantis
•  The Great Pyramid

•  Atlantean Stronghold
•  The Hive
•  Return to Egypt
•  Temple of the Cat
II

•  Lara's Home
•  The Great Wall
•  Venice
•  Bartoli's Hideout
•  Opera House
•  Offshore Rig
•  Diving Area
•  40 Fathoms
•  Wreck of the Maria Doria
•  Living Quarters
•  The Deck
•  Tibetan Foothills
•  Barkhang Monastery
•  Catacombs of the Talion
•  Ice Palace
•  Temple of Xian
•  Floating Islands
•  The Dragon's Lair
•  Home Sweet Home

•  The Cold War
•  Fool's Gold
•  Furnace of the Gods
•  Kingdom
•  Nightmare in Vegas
III

•  Lara's Home
•  Jungle
•  Temple Ruins
•  The River Ganges
•  Caves of Kaliya
•  Nevada Desert
•  High Security Compound
•  Area 51
•  Coastal Village
•  Crash Site
•  Madubu Gorge
•  Temple of Puna
•  Thames Wharf
•  Aldwych
•  Lud's Gate
•  City
•  Antarctica
•  RX-Tech Mines
•  Lost City of Tinnos
•  Meteorite Cavern
•  All Hallows

•  Highland Fling
•  Willard's Lair
•  Shakespeare Cliff
•  Sleeping with the Fishes
•  It's a Madhouse!
•  Reunion

Eu já escrevi extensivamente o que penso sobre essas remasterizações, tanto aqui no blog como no portal PSX Brasil, então não preciso voltar a me repetir. Por conta do atraso na criação deste índice das galerias, a postagem com os trajes já está no ar, bem como meus guias de troféus (uma jornada e tanto, diga-se de passagem!).
 
Tomb Raider I-III Remastered teve seu lançamento inicial em 14 de fevereiro de 2024, para plataformas PC, PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series, e Nintendo Switch. Meses mais tarde, novamente como uma resposta aos pedidos dos fãs, edições em mídia física foram reveladas e que começam a chegar ao mercado hoje, em 18 de outubro.

sábado, 25 de fevereiro de 2023

Tomb Raider Reloaded

Confesso que parte de mim acreditou que esse jogo seria cancelado, especialmente quando a Square Enix decidiu se desfazer de sua divisão ocidental. O jogo foi anunciado no final de 2020, ficou em uma espécie de beta limitada durante os últimos dois anos, e finalmente recebeu um lançamento global no início deste ano.

Reloaded traz de volta a história do Tomb Raider clássico de 1996, narrada por Lara Croft enquanto ela folheia seus diários de viagem. Contratada por Jacqueline Natla, a aventureira parte para o Peru em busca da cidade perdida de Vilcabamba onde espera encontrar a Tumba de Qualopec e, eventualmente, descobrir o paradeiro do artefato milenar conhecido como Scion.


O jogo é essencialmente um clone de Archero, com uma elaborada camada de tinta que usa elementos e nomes de Tomb Raider. O jogo se encaixa no gênero "roguelite", onde cada rodada tem uma série de fatores aleatórios (inimigos, habilidades, recompensas, etc.) e ao final você mantém alguns dos recursos obtidos para melhorar seu equipamento inicial para rodadas seguintes.
 
A versão de lançamento conta com apenas nove capítulos, correspondendo a cerca de metade do jogo original. Assim, apenas duas animações estão presentes e contam somente com a dublagem da magnífica Keeley Hawes, mas esperançosamente teremos mais capítulos, mais animações, e as vozes opcionais das dubladoras da aventureira nos anos da Core Design em breve. 

Por se tratar de um jogo gratuito, é vítima de práticas predatórias sob a forma de microtransações opcionais. Combinadas ao gênero, esteja ciente de que será necessário repetir os capítulos incontáveis vezes para evoluir constantemente seu equipamento; somente assim você terá chances de avançar nos capítulos seguintes.

Reloaded foi lançado em 14 de fevereiro de 2023 para dispositivos Android e iOS. Em ambas as plataformas, uma versão distinta e exclusiva para assinantes Netflix pode ser baixada — essa versão remove as microtransações e anúncios. O seu progresso não é compartilhado e tampouco pode ser migrado de uma versão para outra.

Tomb Raider Reloaded
Gratuito
Lançamento: 14/02/2023

Google Play | App Store (iOS)
Tomb Raider Reloaded (Netflix)
Gratuito
Lançamento: 14/02/2023

Google Play | App Store (iOS)

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Shadow of the Tomb Raider

Em algum momento num futuro próximo, espero criar minhas galerias de screenshots de Shadow of the Tomb Raider. Estruturalmente falando, Shadow é levemente diferente dos jogos anteriores, com um número total de áreas menor, mas com áreas-chave que revisitamos diversas vezes na campanha. Assim, acredito que seja melhor catalogar as capturas por "missões" ao invés de áreas.

Desta vez, Lara está obstinada a derrotar a Trinity, organização religiosa ancestral responsável pela morte de seu pai, e, seguindo anotações nos diários dele, descobre um templo em Cozumel. Naturalmente, a Trinity está na sua cola e ela inadvertidamente inicia o apocalipse ao tomar um artefato antes do tempo — numa tentativa de impedir a Trinity de encontrar tal artefato.

Ela e a Trinity então partem em uma corrida atrás da segunda parte do artefato para impedir o fim do mundo, e, no caminho, Lara acaba descobrindo uma cidade intocada pelo mundo moderno. Uma divisa interna pelo poder criou uma seita, dedicada ao deus Kukulkan, que vai fazer de tudo para manter a cidade isolada e livre da ameaça que o mundo exterior representa...


Campanha
Tumbas

DLC

A jogabilidade de Shadow pode ser descrita, de forma grosseira, como "mais do mesmo", retendo muitos dos moldes estabelecidos pela indústria. Existem diversas melhorias e mudanças, mesmo que sutis, em praticamente todos os aspectos do jogo, então não deixe que o negativismo alheio comprometa sua diversão.

Vale citar que este jogo foi desenvolvido pela Eidos Montréal, estúdio mais conhecido pela franquia Deus Ex (atualmente no limbo). Não é o primeiro contato do estúdio com a franquia Tomb Raider, uma vez que eles desenvolveram o modo multiplayer de TR2013 e colaboraram com algumas das tumbas de Rise.

Shadow of the Tomb Raider chegou ao mercado em 14 de setembro de 2018, com lançamento simultâneo nas plataformas PC, PS4 e Xbox One. Jogadores que adquiriram alguma das edições especiais receberam acesso antecipado de 48 horas.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Rise of the Tomb Raider

Depois de três jogos na série Lara Croft, é hora de retornar à franquia principal e tentar organizar minhas screenshots de Rise of the Tomb Raider da melhor forma possível. Apesar do jogo possuir a mesma estrutura básica de TR2013, tenho a impressão que retornamos a certos hubs um número maior de vezes, então vou tomar algumas liberdades aqui.

A história gira em torno de uma obsessão de Lara, tentando provar para si mesma e para o mundo que aquilo que viu em Yamatai é real. Essa busca por mitos de imortalidade acabou sendo fatal para seu pai, Richard Croft, mas Lara sucede onde ele falhou e encontra a tumba do profeta imortal.

Embora a tumba não hospede uma evidência tangível da imortalidade, Lara encontra uma conexão à cidade perdida de Kitezh. Numa corrida contra o tempo, Lara parte para Sibéria para descobrir a verdade antes da organização religiosa que se identifica como Trinity.
 
Endurance Mode

Baba Yaga: Temple of the Witch

Cold Darkness Awakened

Croft Manor
Apesar da jogabilidade ainda centrada em moldes do gênero TPS, RTR desenvolve alguns elementos pouco explorados no reboot. Navegar pelos ambientes torna-se mais do que uma mera necessidade, uma vez que existem diversas cavernas e criptas escondidas, concedendo maiores oportunidades de exploração ao jogador.

Preso a um controverso contrato de exclusividade, RTR foi inicialmente lançado em novembro de 2015 nas plataformas Xbox. A versão para PC foi lançada poucos dias atrás, no final de janeiro, e a versão para PS4 ainda não tem data definitiva, mas deve chegar ao mercado perto do final de 2016.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lara Croft Go

Pouco mais que três meses se passaram desde o lançamento de Relic Run e já temos à disposição mais um novo título na franquia. Apesar de ser um título para plataformas móveis, Lara Croft Go é excelente e uma parada obrigatória para todos fãs da aventureira máxima.

Go é um jogo de quebra-cabeça em turnos, um excelente contraste ao frenesi de Relic Run, com diversos toques de nostalgia. Existe uma pequena e simples história, na qual Lara explora ruínas antigas em busca do Atlas do Além, protegido pela mitológica Rainha do Veneno. "Simples" talvez não seja o termo mais adequado, mas, acredite, história aqui não passa de um mero detalhe.


Cada um dos cinco capítulos possui uma quantidade variável de níveis, mas por conveniência vou agrupá-los nas postagens de screenshots.

Lara Croft Go foi lançado oficialmente em 27 de agosto e pode ser adquirido através da loja do seu dispositivo. Apesar de ser um aplicativo pago, existem duas compras adicionais disponíveis: a solução de todos os quebra-cabeças e um pacote com três roupas inspiradas em outras franquias da Square Enix. 

Lara Croft GO
USD 4.99
Lançamento: 27/08/2015

Google Play | App Store (iOS) | WP Store

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Lara Croft: Relic Run

Após um breve período de exclusividade territorial, hoje Relic Run foi lançado mundialmente e já pode ser descarregado gratuitamente da loja de seu dispositivo! À grosso modo, é a versão Lara Croft dos inúmeros clones de Temple Run, portanto, infinito, mas quero explorar algumas possibilidades aqui no blog.

Apesar de ir contra o que o tipo de jogo determina, existe uma pequena história que serve de pano de fundo: Lara parte para o Camboja em busca de Carter Bell, que desapareceu após encontrar certos artefatos. Conforme Lara progride na sua própria busca, encontra artefatos e anotações que dão pistas do paradeiro de seu colega, além de referências à divindade Rahu. A pesquisa de Carter o levou até ruínas babilônicas no deserto do Saara e, posteriormente, para o Himalaia.


Apesar de ser gratuito, distribuído nos atuais moldes free-to-play, o jogo conta com um sistema monetário diretamente atrelado a microtransações. Não é necessário investir um centavo sequer para se divertir com o jogo, embora admitidamente muitos dos itens à venda possam tornar a experiência mais agradável.

Lara Croft: Relic Run
Gratuito
Lançamento: 13/04/2015

Google Play | App Store (iOS) | WP Store

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Lara Croft and the Temple of Osiris

Devo admitir que sentia falta de postar uma dessas listagens... Como de costume, só as faço a cada novo lançamento da franquia, e na segunda-feira (um dia antes do previsto) recebemos a mais recente adição: Temple of Osiris. Embora tecnicamente seja o terceiro título da subfranquia Lara Croft, esta é uma continuação espiritual para Guardian of Light. E é sensacional.

Existem mudanças de diversas escalas aqui, talvez a mais notável sendo a inclusão de um nível central que conecta todos os outros. Assim sendo, não existe uma listagem de níveis propriamente dita, e em determinados momentos você pode optar qual a próxima tumba que invadirá. Existe, sim, uma campanha e ela te leva por todas as fases, fazendo com que esse nível central se desdobre a cada nova visita, permitindo o acesso a novas e diferentes áreas.

Desta vez, todas as fases ocorrem no Egito, onde Lara Croft e Carter Bell acidentalmente libertam o deus Set e são condenados a morte. Para reverter essa maldição, eles passam a contar com o apoio dos deuses protetores Ísis e Hórus para recuperar as partes de Osíris e, assim, derrotar Set novamente.

A fase Temple of Osiris corresponde ao mapa central. É uma área enorme e que engloba áreas menores, nominalmente: Shrine of Osiris, Khepri Amphitheater, Osiris Shrine Interior, Osiris Temple Chamber, Waterfall of Sobek, Cliffside e Sunken Chapel of Sobek. Como o layout dessas áreas é orgânico e está em constante mudança, conforme os poderes de Osíris são restaurados, todas suas imagens serão inclusas nas postagens dos níveis principais, de forma similar ao que fiz com Tomb Raider ano passado.

Eu talvez esteja me precipitando com essa série de capturas. Optei por imagens do modo para um jogador pela dificuldade que seria organizar partidas com quatro jogadores, mas num futuro não muito distante espero postar uma galeria exclusivamente dedicada a isso. Além disso, eu já dei o pontapé inicial para manter um registro dos desafios comunitários no fórum oficial. Haja TOC, hein?

Lara Croft and the Temple of Osiris já está disponível para PC (Steam), Xbox One e PlayStation 4. Apesar de projetado para distribuição digital, a edição de colecionador europeia contém uma cópia do jogo em disco (apenas PC e PS4, entretanto).

sexta-feira, 8 de março de 2013

Tomb Raider

Encerrando o ciclo de jogos por um período, nos próximos dias estarei postando as screenshots de minha jornada por Tomb Raider. Como muitos outros elementos, a estrutura básica do jogo é diferente de qualquer outro jogo na série, portanto fiz o meu melhor para separar as imagens de acordo com as regiões da ilha.

Existem dois arcos que se entrelaçam e compõem a história deste jogo. O mais óbvio é aquele que todos conhecem, do reboot: uma Lara Croft jovem e inexperiente, mas sedenta por aventura, sobrevive ao naufrágio da embarcação Endurance enquanto a tripulação buscava o reino perdido de Yamatai, no Triângulo do Dragão. 

O outro arco diz respeito à deusa Himiko, que impede qualquer pessoa de abandonar a ilha, assim enlouquecendo muitos dos sobreviventes de naufrágios anteriores. Estes sobreviventes, por sua vez, acabam formando o culto Solarii, que busca uma forma de satisfazer o desejo da deusa através de rituais e conquistar, assim, a liberdade de todos.


Campanha
Multiplayer

O jogo é o primeiro da série a possuir uma recomendação etária de 18 anos, portanto não é difícil imaginar a chacina presente no jogo. Além disso, existem diversos segmentos de certa forma perturbadores, como alguns dos supracitados rituais. Embora adote diversos elementos típicos de jogos TPS, o jogo ainda mantem muitas de suas características básicas, como exploração e transposição de ambientes, e a evolução do inventário de Lara permite que ela faça isso com cada vez mais eficiência. Notáveis destaques para o machado de escalada e o uso de cordas.

Dentre as novidades, também devo mencionar a infeliz e desnecessária inclusão de um modo multiplayer. Apenas com o intuito de cobrir todas as bases, vou postar algumas imagens dos mapas aqui no blog, mas não posso garantir que farei o mesmo para os inevitáveis pacotes de conteúdo adicional. No momento desta postagem, por exemplo, já existe o anúncio de um com três mapas novos.

Depois de muita especulação e alguns atrasos, TR chegou ao mercado em março de 2013, com versões para Xbox 360 e PS3, bem como PC, cuja versão física só pode ser adquirida em territórios europeus. Em janeiro de 2014, chegou ao Xbox One e PS4 como a Definitive Edition.

[Atualizado em 09/06/2015.]

sábado, 16 de fevereiro de 2013

TRLE Gold '04 - Lara at the Movies

Esta será uma verdadeira corrida contra o tempo, pois pretendo terminar este fantástico jogo, criado por diversos renomados autores com o Level Editor, antes do novo Tomb Raider ser lançado. Tivesse tudo saído como planejado, ainda ano passado teria finalizado essa maratona, mas como mencionei antes, 2012 foi um ano de contratempos.

Resumidamente, este projeto também foi conhecido como "The Gold Project" enquanto estava sendo desenvolvido; foi finalizado em 2004 e foi o primeiro nessa escala. Houveram muitos avanços desde então a respeito do TRLE em si, mas o feitio nunca mais se repetiu. Temos outros fantásticos níveis e até mesmo jogos completos em circulação, mas acredito que esse ainda é o que mais se aproxima da "coisa real". 

O jogo se desenrola dentro de um cinema misteriosamente deserto, mas Lara Croft não se intimida e decide assistir aos filmes em cartaz, sendo sugada diretamente para dentro dos filmes e passando a viver as experiências. Eu pessoalmente não assisti à todos os filmes, e alguns eu nunca sequer havia ouvido falar sobre, mas obviamente os níveis são inspirados nos filmes, e não réplicas exatas dos mesmos. De qualquer forma, diversão e desafio garantidos.

Além de ser disponibilizado para download, uma tiragem limitada e altamente profissional de 300 unidades foi produzida. A minha cópia é a de número 30, e consegui que o líder do projeto, Michael Prager, pegasse alguns autógrafos no encontro de fãs que ocorreu junto ao lançamento na Alemanha.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Lara Croft and the Guardian of Light

Eu pretendia ter iniciado este jogo assim que encerrei Underworld (levando em consideração que não disponho dos recursos necessários para produzir e postar screenshots dos pacotes de expansão do mesmo jogo), porém como o jogo foi desenvolvido com foco primário no modo cooperativo, preferi esperar para começar apenas quando minha parceira estivesse disponível. E por parceira, me refiro à Stella, uma das mais conhecidas webmistresses do fandom de Tomb Raider. Como seu guia para o modo cooperativo não estava concluído, me voluntariei para ajudar. 

Quanto ao jogo, obviamente não se trata de Tomb Raider convencional, tanto que sequer carrega o título da franquia. Em 14 fases isométricas, todas ambientadas no México, Lara Croft une-se ao guerreiro maia Totec na busca pelo artefato conhecido como Mirror of Smoke para banir o maligno Xolotl da existência. Ok, a história talvez não tenha recebido tanta atenção quanto esperado, mas o jogo é sensacional, repleto de ação e sequências de plataforma elaboradas para um jogo do estilo. 



O jogo recebeu cinco pacotes de expansão. Três destes pacotes incluem desafios variados, que certamente vão figurar aqui no blog, enquanto os outros dois trazem personagens de outras franquias da Eidos. A relação completa dos DLCs, bem como seus respectivos preços, pode ser conferida neste quadro que eu montei com exclusividade para o fórum oficial na época:
Guardian of Light foi distribuído somente em formato digital. Um acordo de exclusividade temporário com a Microsoft garantiu o lançamento pela Xbox Live em agosto de 2010, enquanto a PlayStation Network e a Steam só receberam o jogo no mês seguinte. Curiosamente, a versão de Xbox 360 é a única que não tem acesso à todos os DLCs. Meses mais tarde o jogo recebeu uma versão para iOS, e, mais recentemente, também foi revelado como um título para o Chrome.

domingo, 22 de julho de 2012

Tomb Raider: Underworld Expansion Pack

Como é de conhecimento global, estes dois níveis são exclusivos para o Xbox 360. Foram disponibilizados após o lançamento do jogo através da Xbox Live e palavras são incapazes de medir o descontentamento dos fãs. Da mesma forma que muitos fãs até hoje nunca jogaram as expansões dos três primeiros jogos, poucos conferiram esses dois níveis que, em minha opinião, superam praticamente tudo que Underworld oferece. 

Ao contrário das expansões anteriores, nunca foi disponibilizada em disco (nem mesmo numa versão "Gold" do jogo), porém a rede americana GameStop colocou a venda cartões pré-pagos em uma caixa com arte própria. Consegui adquirir uma dessas através de um amigo que esteve nos Estados Unidos alguns anos atrás, abaixo você pode conferir a capa digitalizada.

São dois níveis que retratam acontecimentos após a conclusão da história principal. O primeiro se desenrola em criptas ancestrais localizadas abaixo da agora destruída mansão de Lara, na Inglaterra, onde outro artefato recuperado por seu pai está perdido. O segundo é protagonizado pela Doppelganger, que traz mecanismos próprios de jogabilidade, e leva a personagem em busca de uma maneira de restaurar sua criadora (sim, novamente, Natla).
Infelizmente não possuo os recursos necessários para produzir séries de screenshots como fiz até aqui, mas se algum dia tiver acesso à uma placa de captura sem dúvida retomarei essa ideia. Além desses dois pacotes de expansão, o Xbox 360 também recebeu algumas roupas extras, incluindo biquínis e duas roupas desenhadas por estilistas num evento que aconteceu no Canadá na época

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Tomb Raider: Underworld

Underworld marca o fim do segundo ciclo de Tomb Raider, bem como a estreia da franquia na geração atual de consoles. É engraçado como a história parece se repetir - na estreia da geração passada, Angel of Darkness encerrou o primeiro ciclo. Mas, obviamente, não tente comparar os dois: TRU é um produto finalizado que simplesmente não obteve o retorno financeiro esperado, numa época em que a Eidos estava praticamente falida.

O jogo retoma pouco depois de onde Legend terminou, porém com diversas alterações feitas à maneira de Anniversary, como ambientes menos lineares e uma variedade maior de animais selvagens à espreita da heroína. Indo além, o jogo também faz um ret-con gigantesco, fazendo tanto a história deste jogo como a de TRL girar em torno de Natla e Atlântida. Eu, não surpreendentemente, adorei, mas encaixar todas possíveis culturas como parte do "monomito" inevitavelmente prendeu a equipe contra a parede. Em tempo: o artefato principal é novamente uma arma mitológica, o martelo de guerra Mjolnir.


PC
Wii (via Dolphin)

O jogo foi lançado em 2008, inicialmente seria desenvolvido somente para PC, Xbox 360 e PlayStation 3, porém a Eidos acabou abrindo o leque e versões paralelas, desenvolvidas por outros estúdios, foram lançadas para Wii, PlayStation 2 e DS. Assim como fiz com TRL, espere por imagens de ambas as principais versões: uma série de PC, e uma de Wii, incrivelmente melhorada pelo fantástico emulador Dolphin. 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Tomb Raider: Anniversary

Para não perder o ritmo, já dei os meus novos primeiros passos em Anniversary. Utilizando uma versão levemente melhorada do sistema de jogo de Legend e se aproveitando quase que integralmente da fonte do título original, TRA se estabelece não como um remake, mas sim como uma repaginação de Tomb Raider, de 1996. 

A estrutura básica do jogo permanece a mesma: Lara Croft é contratada por Jacqueline Natla para recuperar um artefato numa tumba no Peru e suas descobertas a levam para Grécia, Egito e, finalmente, culminam no grande final em Atlântida (aqui referida como "Ilha Perdida", um dos muitos fragmentos do continente perdido de acordo com a antagonista).

Como dito acima, é uma versão extremamente diferente do mesmo jogo. Releve as mudanças na história feitas como ret-con para o novo histórico da heroína, introduzido em TRL, e desconsidere o drástico salto na evolução gráfica. Muitas áreas foram reconstruídas de maneira similar às originais, mas isso não significa necessariamente que a forma de navegar por elas continue a mesma. Em contrapartida, existem diversas áreas que tiveram seu papel reduzido, como exemplo mais infâme a fase The Cistern, que se tornou uma mera sala da Tomb of Tihocan.

O título chegou ao mercado em 2007, com versões para PC, PlayStation 2, PSP, Xbox 360 e Nintendo Wii. Curiosamente, TRA foi distribuído em forma de dois pacotes de conteúdo adicional pago, através da Xbox Live, para os já proprietários de TRL. O jogo também faz parte da trilogia remasterizada, lançada para PlayStation 3 no ano passado.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Tomb Raider: Legend

Não tenho um bom argumento para justificar a demora em iniciar Legend. Infelizmente, o jogo é extremamente curto, então mesmo essas quase duas semanas que se passaram desde que terminei Angel of Darkness ainda não deixam o marcador em destaque por tempo o suficiente, comparado aos outros títulos pilares da franquia. 

Como todos sabem, TRL marca o primeiro grande recomeço para Lara Croft, com a transferência da franquia para a Crystal Dynamics. Com jogabilidade e dinâmica amplamente diferentes de seus antecessores, o jogo atraiu muitos jogadores novos ao mesmo tempo em que acabou afastando alguns fãs antigos. Para minha alegria, eu faço parte de um terceiro grupo: aquele que sabe apreciar essa nova geração e que também desfrutou (e ainda desfruta, através do TRLE) de toda a primeira geração de Tomb Raider.

Muitas outras mudanças foram realizadas, até mesmo em cima da aparência e história da protagonista. Essas alterações existem, acredito, para poder entrelaçar o passado da heroína com o artefato principal do jogo: a lendária Excalibur. Em muitos aspectos TRL ainda permanece como um dos meus títulos favoritos da franquia, perdi a noção de quantas vezes já o joguei do começo ao final em praticamente todas suas versões. Fora que, com a inclusão do modo Time Trial, era bastante prazeroso dar um rápido passeio pelas fases da Bolívia ou Japão no intervalo de almoço, por exemplo, com o único intuito de tentar aperfeiçoar o recorde anterior.

A propósito, também é um dos jogos com a maior variedade de locais: Lara invade templos e tumbas na Bolívia, Peru, Gana, Inglaterra e até mesmo nos Himalaias - local familiar para os fãs da franquia -, além de passar por ambientes urbanos como coberturas de Tóquio e uma base militar no Cazaquistão. Infelizmente, isso não se transpõe à duração do jogo: desconsiderando-se as animações, cada fase dura entre 7-15 minutos. Com apenas uma fase por local, o jogo rapidamente se estabeleceu como o mais curto (e fácil) da franquia. Para compensar isso, vou fazer duas levas de imagens do jogo: a primeira utilizando as configurações normais do jogo, e uma segunda aproveitando o modo Next Gen.


Modo Normal
Modo Next Gen
TRL chegou aos mercados em 2006, três anos depois de AOD. Foi o primeiro título multiplataforma da franquia: teve versões lançadas para PC, PlayStation 2, PSP, Xbox, Xbox 360, GameCube e, mais recentemente, foi republicado sob a série de remasterizações para o PlayStation 3. Estas versões compartilham os mesmos mecanismos básicos, mas cada um tem características específicas, e, além delas, TRL também foi adaptado como um jogo de progressão lateral com versões para GameBoy Advance e Nintendo DS. Por ora, estou deliberadamente ignorando as versões para dispositivos móveis

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Tomb Raider: The Angel of Darkness

É inescapável. Queria eu poder pular esse jogo e partir de imediato para os jogos da Crystal Dynamics de uma vez, e até pensei em enrolar mais um pouco com este jogo e fazer as postagens sobre meus próprios níveis do Level Editor, mas é melhor enfrentar o problema de frente e encerrar qualquer pendência com ele para os próximos 10 anos.

Além de The Last Revelation, Angel of Darkness era o único jogo da série que só havia terminado uma vez até a presente data. Porém, ao contrário do primeiro, nunca tive interesse ou mesmo os recursos necessários para tentar uma nova partida. Na verdade, existe a versão The Action Adventure que eu joguei, sim, e achei mais proveitosa: é uma versão de AOD onde você não tem controle dos personagens. Controle: talvez o principal problema de AOD, chegando a torná-lo injogável em pontos pelo que me lembro.

Enfim... aqui vamos nós. A aventura coloca Lara em becos de Paris e laboratórios de Praga, em busca de um misterioso assassino em série nomeado pela imprensa como "Monstrum". Ela toma a investigação nas próprias mãos a partir do momento em que seu mentor, Werner Von Croy, é assassinado e ela passa a ser a principal suspeita. Ao longo do caminho ela também encontra uma espécie de parceiro, sobre o qual o jogador tem controle durante três fases.

AOD foi lançado em 2003 para computadores e PlayStation 2, marcando a estreia da franquia na então nova geração de consoles. As mudanças não foram muito bem recebidas (ou melhor: foram mal implementadas e, por vezes, injustificadas), o que acabou causando à Core Design a perda da sua principal franquia. 

Ah, sim: muitos anos mais tarde, a GreenLeaf trouxe ao Brasil a versão localizada, em português brasileiro, prometida para ser lançada no mercado junto à versão original. Eu não nego que tenho interesse em conferir este trabalho, mas infelizmente não vai ser desta vez. Me resta apenas imaginar o quão ridículo coisas como "Eu me sinto mais forte agora!" soam, afinal, mesmo em inglês, são monólogos tolos.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Tomb Raider: Chronicles

Finalmente chegamos à Chronicles, o jogo que encerra a primeira geração da franquia. Consolidando o final do jogo anterior, os vídeos promocionais eram bastante objetivos, com apologias à inevitável morte de Lara Croft:


De qualquer forma, Chronicles é um bom jogo. Eu sempre gostei bastante dele, e embora seja o quinto jogo na franquia ele ainda conseguiu, mesmo que brevemente, trazer ares frescos. Não consigo me decidir se as minhas fases favoritas são as na base naval russa ou no arranha-céus novaiorquino de Von Croy, embora estas últimas sofram com terríveis problemas técnicos elas contam com as notáveis influências de Matrix, nada surpreendentemente um dos meus filmes favoritos. As outras duas crônicas narram um reencontro com velhos amigos em Roma, que transcende qualquer forma de linha temporal, e outra expedição da ainda jovem Lara em uma misteriosa ilha irlandesa.



O melhor aspecto do jogo, é, de longe, seu segundo disco, que nos apresentou ao Tomb Raider Level Editor. Melhor presente que a Core Design podia ter dado à seus fãs. Embora de início as possibilidades eram poucas e limitadas, não demorou até que os fãs (sempre eles) quebrassem as barreiras impostas e hoje o acervo já conta com mais de 2000 fases. É Tomb Raider suficiente para uma vida inteira, talvez até mesmo duas. Postagens sobre o TRLE devem ser mais frequentes a partir deste momento, começando pela inclusão das imagens do nível tutorial na listagem acima.

Embora o jogo também tenha sido lançado para PlayStation e DreamCast, naturalmente o TRLE é uma exclusividade da versão para computadores.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Tomb Raider: The Last Revelation

The Last Revelation, o quarto jogo na franquia, foi o primeiro jogo da série a abandonar os numerais: a partir dele os jogos possuem apenas subtítulos. Deus me ajude com este jogo, só tive paciência para terminá-lo uma vez, embora tenha jogado repetidas vezes até certa altura do jogo. Não sei se é por causa da extensão do jogo ou se é pelo fato que, com exceção das duas fases no Camboja, o jogo inteiro ocorre no Egito. Existe sim uma variedade de ambientes, mas no final das contas a atmosfera de fases como City of the Dead simplesmente não me agrada.

Pelo que eu lembro, entretanto, as fases na pirâmide, sob um céu vermelho, são as que eu mais gostei do jogo inteiro, então talvez me sirva como inspiração para atravessar as áreas que gosto menos. Outro ponto alto do jogo para mim é a Temple of Karnak, acho que é a fase mais bonita do jogo. Ah sim, resumidamente, neste jogo: Lara inadvertidamente libera o deus egípcio Set e, para confiná-lo novamente em seu sarcófago, deve percorrer o Egito atrás dos pedaços da armadura do deus Hórus.


O jogo chegou aos mercados no final de 1999 e eu o comprei no lançamento. Minha máquina não era boa e lembro como fiquei surpreso, meses depois, quando joguei o jogo pela primeira vez com uma placa de vídeo 3D decente: era de fato o que a Ação Games definia como "alucinante." Após o lançamento inicial para PlayStation e PC, o jogo também recebeu uma versão para o Dreamcast, com melhorias gráficas — especialmente no sistema de iluminação e sombras.

Para seu lançamento, o jornal britânico The Times fez uma parceria com a Core Design e, além de um suplemento impresso no jornal, um nível exclusivo foi desenvolvido e veículado através do referido jornal e seu website. Como não se trata de um pacote de expansão e sim apenas um nível extra, incluí ele na listagem acima.