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domingo, 3 de março de 2013

Pensamentos pós Lara at the Movies

Por um momento, cheguei a pensar que não seria capaz de finalizar o jogo e, consequentemente, minha maratona pelos jogos antes do lançamento de Tomb Raider, mas consegui atingir esta meta, mesmo com todos os contratempos ocorridos com minha máquina no decorrer do ano passado.

Lara at the Movies é uma dádiva, e como eu já disse repetidamente, o primeiro projeto do Level Editor nessa escala que conseguiu atingir a linha de chegada. Após finalizar uma segunda partida, não posso dizer que todos os níveis são excelentes, entretanto, mas isso é fácil de entender considerando-se a vasta diferença entre os estilos de cada um dos autores que participaram do projeto.

Alguns níveis exalam uma atmosfera única e tensa, e por esse fator apenas é válido o esforço de conquistar e dominar o jogo por inteiro. E, acredite, não é nada fácil. Existem diversas sequências que seriam capazes de frustrar qualquer jogador inveterado no universo do TRLE.

Para efeitos de comparação, montei um gráfico com as notas que eu dei nos reviews que escrevi há 9 anos, quando terminei o jogo pela primeira vez, e o nível de interesse que mantive ao revisitar as fases. Em alguns momentos eu me encontrei de certa forma decepcionado, sensação que não lembro de ter tido.

Curiosamente, os picos estão dispersos de maneira similar. Treasure Island é um nível bastante básico, não necessariamente ruim, mas, se levarmos em consideração que o autor construiu sozinho o monumental Tomb Raider A, passa a impressão de ser um mero engodo. Em contrapartida, níveis como Stargate são raros e valem cada segundo de jogo.

Algum dia ainda pretendo assistir aos filmes que inspiraram estes autores, mas, como eu disse antes, os níveis correspondem a adaptações, formas alternativas de transitar os universos vistos nos filmes aos jogos. Não espere recriações de cenas ou ambientes dos filmes, mas fique atento às pequenas referências contidas nos níveis e você poderá desfrutar seu tempo aqui.

Finalizando, trata-se de uma verdadeira coletânea de mestres e que deve ser conferida por todos os fãs insaciáveis da franquia. Eu demorei cerca de 18 horas para finalizar o jogo, dispersas em jogatinas nas últimas duas semanas. A partir deste momento, menções ao TRLE devem ser mais frequentes aqui no blog, temos a nova edição do projeto Back to Basics saindo no início do próximo mês, por exemplo.

Alien: Resurrection

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

The Blair Witch Project

The Movie Theater

TRLE Gold '04 - Lara at the Movies

Esta será uma verdadeira corrida contra o tempo, pois pretendo terminar este fantástico jogo, criado por diversos renomados autores com o Level Editor, antes do novo Tomb Raider ser lançado. Tivesse tudo saído como planejado, ainda ano passado teria finalizado essa maratona, mas como mencionei antes, 2012 foi um ano de contratempos.

Resumidamente, este projeto também foi conhecido como "The Gold Project" enquanto estava sendo desenvolvido; foi finalizado em 2004 e foi o primeiro nessa escala. Houveram muitos avanços desde então a respeito do TRLE em si, mas o feitio nunca mais se repetiu. Temos outros fantásticos níveis e até mesmo jogos completos em circulação, mas acredito que esse ainda é o que mais se aproxima da "coisa real". 

O jogo se desenrola dentro de um cinema misteriosamente deserto, mas Lara Croft não se intimida e decide assistir aos filmes em cartaz, sendo sugada diretamente para dentro dos filmes e passando a viver as experiências. Eu pessoalmente não assisti à todos os filmes, e alguns eu nunca sequer havia ouvido falar sobre, mas obviamente os níveis são inspirados nos filmes, e não réplicas exatas dos mesmos. De qualquer forma, diversão e desafio garantidos.

Além de ser disponibilizado para download, uma tiragem limitada e altamente profissional de 300 unidades foi produzida. A minha cópia é a de número 30, e consegui que o líder do projeto, Michael Prager, pegasse alguns autógrafos no encontro de fãs que ocorreu junto ao lançamento na Alemanha.