quinta-feira, 22 de março de 2012

Tomb Raider: The Last Revelation

The Last Revelation, o quarto jogo na franquia, foi o primeiro jogo da série a abandonar os numerais: a partir dele os jogos dependiam apenas dos seus subtítulos. Deus me ajude com este jogo, só tive paciência para terminá-lo uma vez, embora tenha jogado repetidas vezes até certa altura do jogo. Não sei se é por causa da extensão do jogo ou se é pelo fato que, com exceção das duas fases no Camboja, o jogo inteiro ocorre no Egito. Existe sim uma variedade de ambientes, mas no final das contas a atmosfera de fases como City of the Dead simplesmente não agrada.

Pelo que eu lembro, entretanto, as fases na pirâmide, sob um céu vermelho, são as que eu mais gostei do jogo inteiro, então talvez me sirva como inspiração para atravessar as áreas que gosto menos. Outro ponto alto do jogo para mim é a Temple of Karnak, acho que é a fase mais bonita do jogo. Ah sim, resumidamente, neste jogo: Lara inadvertidamente libera o deus egípcio Set e, para confiná-lo novamente em seu sarcófago, deve percorrer o Egito atrás dos pedaços da armadura do deus Hórus.


O jogo chegou aos mercados no final de 1999 e eu lembro de adquirí-lo no lançamento. Minha máquina não era boa e lembro como fiquei surpreso, meses depois, quando joguei o jogo pela primeira vez com uma placa de vídeo 3D decente: era de fato o que a Ação Games definia como alucinante. Após o lançamento inicial para PlayStation e PC, o jogo também recebeu uma versão para o DreamCast, com melhorias gráficas - especialmente no sistema de iluminação e sombras.

Para seu lançamento, o jornal britânico The Times fez uma parceria com a Core Design e, além de um suplemento impresso no jornal, um nível exclusivo foi desenvolvido e veículado através do referido jornal e seu website. Como não se trata de um pacote de expansão e sim apenas um nível extra, incluí ele na listagem acima.