É um novo dia, portanto temos um novo parceiro revelando mais itens
superfaturados para a celebração oficial dos 30 anos de
Tomb Raider.
Desta vez, a
Insert Coin
revelou uma coleção com peças de vestuário e dois bótons tematizados. Uma
jaqueta, similar à que Lara veste em Dagger of Xian, por USD 102; um moletom com a arte de capa de
Atlantean Scion por USD 74; e uma camiseta simples com o novo
logotipo da chamada Society of Raiders por USD 29.
Já os bótons possuem preços relativamente acessíveis para nós. O design de um deles é com o logotipo do
aniversário, já o outro traz o mordomo Winston congelado, simbolizando uma das
anedotas mais consagradas da franquia. Cada bóton sai por USD 7.
Todos esses preços desconsideram despesas de frete e importação. Que alegria.
Ontem à noite, o portal MP1st publicou com exclusividade um detalhado relato sobre o chamado Project U, que era o título provisório de um jogo em realidade
virtual de Tomb Raider sendo desenvolvido pela Vertigo Studios Amsterdam.
O estúdio em questão havia trabalhado em Metro Awakening (outro jogo de
realidade virtual) e fazia parte do grupo Embracer, tal qual Crystal Dynamics
e muitos outros, porém
teve suas atividades encerradas justamente pelo mercado limitado da tecnologia em questão.
Investigando currículos e portifólios de desenvolvedores afetados pelo
fechamento do estúdio, o site MP1st encontrou algumas artes conceituais,
capturas de tela, e até mesmo 20 minutos de vídeo demonstrando protótipos
iniciais da adtapação de Tomb Raider.
Registros sugerem que o jogo esteve em desenvolvimento entre novembro de 2024
e janeiro deste ano, quando foi cancelado. O motivo do cancelamento teria sido
uma reestruturação organizacional, algo corroborado pelas incontáveis mudanças
(e demissões) que costumamos ouvir quando a Embracer é citada.
As mídias encontradas indicam que o jogo seria ambientado no Oriente Médio, explorando templos e palácios inspirados pelas culturas da Mesopotâmia e Babilônia. Mecânicas como escalada, mergulho, tirolesa, e combates com arco e flecha ou pistolas, seriam usadas para adaptar a experiência tradicional da franquia, e um relógio em seu pulso mostraria os indicadores de vida e de oxigênio da personagem.
Lara Croft (você) não estaria sozinha. Além de animais selvagens, soldados humanos, e esqueletos reanimados, por vezes "infectados", as artes exibem um jovem chamado Tarik que talvez atuaria como um companheiro ou um aliado nessa expedição.
Visite o site para conferir as artes encontradas e o relato completo.
Sabe quando eu digo que #TR30 está atrás de todo o seu dinheiro?
Pois bem, uma nova linha de itens colecionáveis para a ocasião foi revelada
hoje. O parceiro da vez é a Figgyz, que cria adoráveis ímãs metálicos com
representações estilizadas em pixel art dos personagens retratados.
Alguns meses atrás, eles haviam
postado um teaser, que foi posteriormente removido, nas redes sociais, mas hoje a revelação
completa ocorreu e surpreende com a estrondosa pompa para elevar o valor da
linha e causar medo em todos colecionadores da franquia.
Não tenho certeza se os ímãs serão comercializados individualmente, como é o
caso de outras franquias licenciadas para a linha, mas algo me diz que, em se
tratando de Tomb Raider, vão tentar extorquir o máximo possível de nós.
A primeira (sim) caixa de colecionador é uma edição limitada contendo os
quatro ímãs (corrigindo o meu palpite inicial: são duas figuras de Lara e uma
de Natla no estilo de Atlantean Scion, e mais uma Lara como vista em Legacy of Atlantis), uma moeda comemorativa numerada, e quatro plaquinhas holográficas.
O preço inicial
dessa caixa
é de USD 60. As pré-vendas iniciam-se em 31 de julho e o lançamento está
previsto para o último trimestre deste ano.
E isso é apenas o começo, pois um teaser já foi apresentado para a segunda
caixa de colecionador, dessa vez inspirada por Dagger of Xian, cujo lançamento também está previsto para o último trimestre. Haja
dinheiro. [Chora em brasileiro.]
Além da figura de ação revelada alguns dias atrás, a colaboração entre
G.I. Joe e Tomb Raider incluirá uma minissérie de
quadrinhos inédita!
Publicados pela editora Image (que outrora já deteve os direitos sobre Lara
Croft, numa curiosa manobra do destino), trata-se de uma história em cinco
edições cujo lançamento da primeira está previsto para outubro deste
ano. O início desse arco foi publicado, em uma espécie de teaser, na edição
G.I. Joe #330, lançada hoje:
Na história, escrita por Kyle Higgins e ilustrada por Elena Casagrande, Lara
Croft parte para a Cobra Island em busca de algo chamado de Arbco Star, e ela
se unirá com esquadrões de Joes para chegar ao tesouro perdido antes de Destro
e Baronesa.
A edição #1 do crossover conta com sete capas diferentes, cinco delas sendo
únicas. Você pode conferir as capas, bem como três páginas de amostra dessa
história, através do site
AIPT Comics.
Dando continuidade à série de minidocumentários do desenvolvimento de
Legacy of Atlantis, um novo episódio foi disponibilizado hoje centrado ao redor das criaturas
do Peru.
Naturalmente, há um grande foco nos consagrados dinossauros que Lara encontra
no vale perdido, mas a equipe de desenvolvimento também comenta e exibe
brevemente os outros animais que habitam a região, como morcegos, lobos, e
ursos. Artes e comentários adicionais estão disponíveis no site do jogo.
Como relatei na postagem da Image Comics Summer Special, poucos são os
registros dessa edição em sites conhecidos. Encontrei uma menção apenas na
Tomb Raider Wiki, enquanto buscava mais informações após descobrir sua existência, e decidi
ver o que mais essa página poderia me revelar...
Para escrever uma nova postagem para os 30 anos de Tomb Raider, decidi ler pessoalmente as edições de Witchblade citadas
nessa página e que não fazem parte dos crossovers ou edições especiais (todas
as quais já estavam registradas aqui no blog, afinal). A wiki cita as edições
#78, #84, e #116, e o amigo Roli já havia verificado as duas primeiras para o portal
Raiding the Globe.
Mesmo sem o devido grau de conhecimento sobre a detetive Sara Pezzini, ou
sobre o universo da Top Cow, posso confirmar que as aparições de Lara Croft
são bem superficiais mas estão entrelaçadas em tramas muito maiores e até
mesmo difíceis de identificar nos dias atuais — Witchblade já
passou por dois reboots desde então, por exemplo. Algo bem comum na indústria dos
quadrinhos, diga-se de passagem.
Dito isso, mantenha em mente que essa não é uma listagem definitiva de possíveis recorrências.
Tomando a edição #78 como ponto de partida, Signs and Portents (que
cobre a edição #79, também), Sara está interrogando uma adivinha que estava
presente na cena do assassinato de seu amante, Tom Judge — portador do
artefato-entidade conhecido como Rapture. A moça revela que ele foi perseguido
e assassinado por outra entidade, Lachryma, e Sara pede para que ela faça uma
ilustração do artefato em questão para consultar uma das únicas pessoas em
quem confia. Esse contato com Lara marca o início do arco
Gathering Storm
nas páginas de Tomb Raider.
A adivinha prevê que a Witchblade será o próximo alvo da Lachryma. A entidade
maligna, agora com o poder adicional da Rapture, está disseminando desespero e
desolação na humanidade, provocando suicídios e transformando o medo das
pessoas em uma arma contra elas mesmas, em uma espécie de transe subconsciente
em que as pessoas sequer percebem o que estão fazendo. Ela desiste de matar a
Witchblade quando toma conhecimento de que outra entidade está na Terra...
Como essa história acaba eu, infelizmente, não sei dizer. O que aprendi nessa
breve incursão é que a Witchblade é uma de treze entidades, e a Top Cow tinha
diversas minisséries paralelas desenvolvendo essa trama maior:
Universe, Tom Judge: End of Days, e HumanKind são citadas nas notas de rodapé, por exemplo.
O arco seguinte, Witch Hunt, publicado entre as edições #80 e #85,
inicia com Sara internada, em um profundo coma, após visitar um padre amigo na
igreja. Um detetive assume o caso e nota que um velho e misterioso homem
chinês estava observando Sara em seu leito. O detetive persegue-o até as ruas,
em pleno Halloween, onde esbarra em uma moça fantasiada como Lara Croft (na
edição #80).
Seguindo o homem, o detetive entra em uma loja repleta de artefatos místicos,
dentre os quais podemos encontrar o Olho de Shaharettin (de
Dead Center!), e o homem identifica-se como um mero "Curador". Ele alerta que apenas Sara pode prevenir o fim do mundo. Após três semanas em coma, sem
lembrar o motivo, Sara desperta e quando voltam à loja de artefatos místicos
ela aparenta estar abandonada...
Na saída, eles são emboscados por uma criatura, cujo cheiro é familiar para
Sara, mas são salvos pelo misterioso Curador. Ele fala para Sara que ela detém
uma de treze entidades, mas desaparece sem esclarecer o que isso significa.
Mais tarde, Sara recebe uma visita "amigável" da Magdalena, pedindo para que ela pare
de interferir, então a detetive corretamente presume que a igreja está
envolvida e revisita o padre. Ele confessa que perdeu a fé em deus há anos e
liberta as mesmas criaturas dos encontros anteriores contra ela, causando um ferimento grave em seu
parceiro, e, em resposta, a Witchblade executa o padre ali mesmo.
Sara revela sua identidade secreta para o detetive que estava investigando
seu caso, e algumas imagens são usadas para ilustrar a narrativa. Nossa garota
aparece ali (na edição #84), embora não seja mencionada diretamente. Eles
revisitam o homem chinês em busca de respostas e são informados sobre uma
conspiração da igreja, que planeja invocar um novo deus para purificar o mundo a
sangue e fogo. Conforme o chinês havia profetizado, é a Witchblade quem detém
essa criatura infernal.
Para encerrar, a edição #116, citada na wiki, não possui qualquer tipo de
referência à Lara Croft. Ela foi publicada em 2008, e acredito que a editora
já não detinha mais os direitos da personagem nessa época.
Considerando a quantidade de publicações que a editora possuía, é plausível que nossa garota tenha figurado em outras HQs e cujas aparições não estejam
registradas na internet. Isso sem falar em editoras terceiras: por
postagens aleatórias que já passaram pelo meu feed do Twitter, sei que ela já
foi homenageada algumas vezes nos quadrinhos da Turma da Mônica, por exemplo, e vou relembrar também aquela vez que ela fez
uma aparição nas páginas de X-Men...
Assim como praticamente tudo que vimos até o momento, são itens bem caros.
Neste momento, temos duas camisetas pela bagatela de EUR 49, um moletom por EUR 95, e um par de meias por EUR 15. Vale lembrar que esses são os preços iniciais, desconsiderando taxas de frete e os inescapáveis impostos de importação e toda aquela ladainha que já estou cansado de tanto repetir aqui no blog.
Parabéns para os fãs que estavam destinados a nascer em países de primeiro mundo.
A Limited Run Games revelou hoje que irá produzir uma tiragem em mídia
física da versão para Nintendo Switch 2 de Tomb Raider, lançada digitalmente
no final do ano passado.
O anúncio por si não chega a ser uma surpresa, uma vez que tem sido o
modus operadi para os jogos da série que têm o dedo da Aspyr. O que
ninguém imaginava, entretanto, era a existência de uma nova edição para
colecionadores e, claro, o preço que a Limited Run Games praticaria para essas
edições.
A
edição básica
será vendida por USD 50 e seu lançamento está previsto para ocorrer entre
novembro e dezembro deste ano.
Por sua vez, a
edição de colecionador
inclui, além do jogo base, um steelcase, um mapa de Yamatai, um chaveiro em
formato de picareta, e um CD contendo trilha sonora, pelo preço de USD 80. Na
imagem ilustrativa, o mapa aparenta ser em cores e de melhor qualidade que o
incluso nas
edições especiais lançadas em 2013, e as faixas presentes no disco não foram detalhadas mas vale lembrar que
a curadoria da edição especial de I-III Remastered
deixou a desejar. A previsão de envio dessa edição é apenas para o segundo trimestre de 2027.
As reservas poderão ser feitas entre 2 de julho e 2 de agosto. Tantas coisas,
tão pouco dinheiro.
A Crystal Dynamics publicou
um curioso e diferenciado artigo
usando a revista fictícia Astonishing Travels como ponto de partida. De
autoria de Meagan Marie, esse "conto", pela falta de um termo melhor, é
apresentado como o diálogo entre um editor e a editora-chefe da revista, no
qual ele sugere que Lara Croft deveria ser a matéria de capa por conta de sua
expedição ao Peru em Legacy of Atlantis.
Observe que não se trata da mesma edição que Larson joga na mesa do hotel no
trailer do jogo — ou seja, nossa garota já estampou ao menos duas capas da publicação,
sendo que a matéria anterior é citada no decorrer desse diálogo. Outras
pequenas informações que enriquecem o universo do jogo estão presentes, como
Larson surgindo em um avião fretado pela Natla Technologies e uma teoria para justiifcar o interesse de tal empresa na região. Vale a pena ler, e torço para que vejamos
mais coisas diferentes e divertidas assim no futuro.
O artigo original, em sua versão traduzida para português disponibilizada pelo
próprio portal, está reproduzido na íntegra abaixo para fins de preservação.
Nora: Boas-vindas de volta às Notas de campo, a série periódica de
mesas-redondas da Viagens Surpreendentes em que os padrões editoriais
são um pouco menos rígidos e a especulação tem lugar à mesa. Sou Nora Bennett,
editora-chefe, e como sempre tenho a companhia de nosso residente especialista
em teorias marginais Julian Mercer, que ficou o mês passado espezinhando
arqueólogos, analistas de aviação e até servidores públicos para fazer sua
matéria.
Julian: Supostamente…
Julian: …e
eu quero lembrar aos leitores que a teoria marginal de hoje acaba sendo a
hipótese aceita de amanhã. A teoria da deriva continental foi rejeitada. O
heliocentrismo de Copérnico era considerado heresia na época medieval. Troia
era considerada um mito até que alguém começou a desenterrá-la.
Nora:
E é por isso que eu continuo deixando você usar estas páginas, Julian. Só para
o caso de alguma de suas teorias resistir ao contato com a realidade. Você
traz diversão. Estou aqui para deixar você com os pés no chão, e a
Viagens Surpreendentes livre de processos.
Julian: É
por isso. E porque você jamais recusaria uma matéria de capa sobre a Lara
Croft.
Recentemente, tive a oportunidade para jogar
Invincible VS
e, como gostei do universo e dos personagens, decidi conferir a série animada,
que é um sucesso absoluto no Prime Video. Enquanto pesquisava uma ou outra
coisa, descobri que a HQ havia sido originalmente publicada pela editora Image
no início dos anos 2000, quando Lara Croft ainda fazia parte da editora, e
logo descobri que a Witchblade havia cruzado caminhos com o protagonista...
Embora canonicamente Lara Croft existisse no mesmo universo que os
super-heróis de Invincible, eles nunca se encontraram. Porém, essa minha pesquisa me levou à descoberta da existência da edição promocional Image Comics Summer Special,
publicada em 2004, onde quatro breves histórias inéditas são oferecidas como introdução aos respectivos universos: Spawn, Witchblade, Invincible, e Savage Dragon.
E, veja bem, a história de Witchblade faz crossover não apenas com Tomb Raider mas também com Stryke Force, outra publicação da editora. A história infelizmente fica com final aberto; pensei que poderia servir como um prelúdio para Stryke Force mas a minissérie (também publicada em 2004) não faz nenhuma referência a esse vilão.
Chega a ser engraçado resumir algo tão curto e trivial, mas, por motivos de
TOC, aqui está.
[ * * * ]
First Strike começa com uma entidade tecno-orgânica observando três pessoas diferentes, alegando que todos são facilmente manipuláveis. Ela conhece cada uma delas por nome e função, contra os quais envia suas criações para um teste.
Contra Sara, em Nova Iorque, um andróide embosca a garota enquanto ela retorna do mercado, mas com a Witchblade ela facilmente repele o ataque.
Lara Croft, esboçando uma ilustração das estátuas moais a sua frente, é supreendida por um colosso animado. Enquanto enfrenta o criptídeo com suas pistolas, a entidade comenta para si que ela irá cumprir muito bem seu papel.
E, por fim, a entidade observa quem julga que seriam seus lacaios mais improváveis: o esquadrão mercenário Stryke Force, enquanto abordavam uma facção de insurgentes terroristas eles são surpreendidos por um escorpião gigante.
Enquanto todos os alvos tentam entender os ataques repentinos, a entidade que orquestrou tudo fala que isso foi apenas a abertura, que esses construtos de micro e nanotecnologia denotam a sinfonia de uma bela música que está por vir...
Dando continuidade às postagens especiais dedicadas aos 30 anos de
T... não, espera.
Legacy of Kain é uma franquia que se consolidou por sua trama e
universo. Embora eu esteja longe de me considerar um fã, pude conferir alguns
dos jogos graças às remasterizações lançadas recentemente (Soul Reaver 1&2
e
Defiance), bem como o primeiro título inédito em mais de duas décadas (Ascendance), cuja recepção não foi tão boa quanto o esperado.
Ainda não encarei os dois Blood Omen, mas um dos extras de Defiance chamou minha atenção. Assim
como aconteceu com as remasterizações de Tomb Raider, fãs foram contratados para trabalhar no jogo e a galeria de extras (que nós
não recebemos) reflete isso: ela inclui extensas descrições e resumos dos
acontecimentos da saga de Kain e Raziel. De fãs para fãs, literalmente.
Considerando que o trabalho de localização (que traz uma excelente dublagem,
diga-se de passagem) por algum motivo não conta com a tradução desse texto em particular,
decidi fazer uma para o blog por motivos de sim. É uma tradução livre e manual,
como de praxe no blog Raider Daze, mas procurei preservar o
contexto e eloquência do texto original.
E, relembrando, 2026 marca o trigésimo aniversário da série Legacy of Kain.
[ * * * ]
A história de Nosgoth
Nos séculos antes do nascimento de Kain, a terra era protegida por uma
oligarquia de feiticeiros conhecidos como o Círculo dos Nove. Esses guardiões
haviam jurado servir e proteger aos Pilares de Nosgoth, um antigo e imponente
edifício que erguia-se como uma manifestação do poder misterioso que deu e
preservou a vida na terra. Mas o Círculo foi infiltrado por forças sombrias e
Ariel, a Guardiã do Equilíbrio, foi cruelmente assassinada.
O seu assassinato causou repercussões psíquicas em todo o Círculo, e em sua
desorientação os feiticeiros remanescentes passaram a usar seus poderes para
fins sombrios, envenenando a terra com feitiçaria e abandonando os Pilares
como sentinelas silenciosas e decadentes.
Medindo 15cm, a figura usa o traje padrão visto em Legacy of Atlantis e vem
munida com diversos acessórios e partes intercambiáveis: arco e flecha,
aljava, picaretas, pistolas, gancho, mochila, uma cabeça alternativa com
headset, e até mesmo a Adaga de Xian (?!). A bandoleira é removível. O detalhamento do produto final
pode variar um pouco em comparação com a prévia digital.
A figura será exibida durante a conferência de imprensa da Hasbro na San Diego Comic Con, em 23 de julho, a
partir de quando ela entrará em pré-venda, e o lançamento está previsto para o final da primavera brasileira. O preço não foi divulgado, mas deve
ficar em torno de USD 30.
Obviamente, esse é outro item de #TR30 que foi
direto para minha lista de desejos — e, imagino, que para a sua também.
Just revealed during
#YoJoeJune
- The TOMB RAIDER x G.I. JOE Lara Croft figure arrives loaded for the
expedition: dual pistols, bow and quiver, climbing axes, grappling hook,
machete, Dagger of Xian, swappable heads, and her trusty backpack -
everything a legendary adventurer…
pic.twitter.com/ZjFdsGVkSK
O segundo vídeo de bastidores de Legacy of Atlantis foi
divulgado hoje, acompanhado de
um artigo, e detalha o processo de reimaginação dos níveis ambientados no Peru.
Os desenvolvedores falam que tomaram Anniversary como ponto de
partida para recriar os níveis, usando as novas possibilidades da Unreal
Engine para expandi-los o máximo possível, mas asseguram que estudaram todos
os mapas e artes conceituais, tanto de TRA quanto do jogo
original, tentando imaginar o que os desenvolvedores originais teriam feito
com a tecnologia atual.
Existe um foco maior em aspectos culturais e históricos: Vilcabamba havia sido
invadida pelos conquistadores espanhóis séculos antes, então vestígios dessas
batalhas estão presentes nos cenários, por exemplo. A ideia é recriar nos
jogadores a mesma sensação de descoberta de mundos perdidos que o jogo
original despertou.
A autenticidade cultural é outro fator importante, portanto murais, gravuras,
e a arquitetura refletem a cultura local, complementados por objetos e
documentos repletos de histórias para celebrar e iluminar a história da
civilização inca.
Escrevi o artigo abaixo para o portal
PSX Brasil, como parte da coluna especial Top X, aqui replicado com autorização (e
engenhosamente encaixado em minhas postagens para os 30 anos de
Tomb Raider pois, sim, estou ficando sem ideias de como manter a periodicidade quinzenal que estipulei para mim mesmo!).
Ranquear os diferentes jogos da franquia Tomb Raider não é uma tarefa simples.
Ao longo das últimas três décadas, vimos Lara Croft passar por muitos altos e
baixos enquanto a franquia tentava se adaptar às mudanças da indústria. Desta
forma, com no mínimo três continuidades distintas (e uma quarta a caminho), é
seguro dizer que cada fã da série terá um top 10 pessoal e intransferível.
Dado o desafio de colaborar com essa nova coluna do portal PSX Brasil,
apresento (e justifico) a seguir a forma como eu classificaria os jogos hoje.
Gostaria apenas de destacar que eu acompanho a trajetória da saqueadora de
tumbas religiosamente desde o início de 1998, pouco após o lançamento de TR2,
e, mesmo assim, sempre encontro novos motivos para amar ainda mais os jogos a
cada nova maratona.
Um assunto que tomou proporções inesperadas na semana passada foi o aviso de
que Legacy of Atlantis faz uso de inteligência artificial
generativa em sua produção, conforme informado pela listagem do jogo na Steam:
Ferramentas assistidas por inteligência artificial foram usadas no
desenvolvimento para apoiar algumas ideias iniciais e conteúdo em
desenvolvimento temporário. Quaisquer recursos assistidos por IA foram
substituídos ou refinados por humanos para manter a visão criativa e
artística da equipe de desenvolvimento.
Não apenas a esfera de fãs de Tomb Raider, mas a comunidade gamer de forma geral reagiu a essa informação de
forma muito mal — mas não tiro-lhes a razão, e vou tentar descrever em
palavras o que eu penso sobre essa situação. Não estou tentando formar sua
opinião, e nem determinar o que é certo ou errado, apenas sinto a necessidade
de expressar meu posicionamento para os poucos leitores que chegam até aqui.
O jogo de tabuleiro The Crypt of Chronos já está nas mãos de
alguns dos apoiadores da campanha de financiamento coletivo e confesso que ver
as
postagens no portal Board Game Geek
estão atiçando minha ansiedade — mas ainda precisarei aguardar um pouco até que o meu chegue.
Porém, para todos os efeitos, acho válido trazer essa postagem agora pois
alguns materiais do jogo já foram disponibilizados para download, permitindo
que qualquer fã de Tomb Raider interessado se familiarize com o
jogo, independente se tenha ou não apoiado a campanha. O jogo, e suas
expansões, será comercializado normalmente num futuro próximo.
Apoiadores também receberam por e-mail um link de acesso para o chamado
"pacote do arquiteto digital", contendo todos os elementos necessários para
criar suas próprias aventuras — e os jogadores são incentivados a compartilhar
suas criações!
E, por fim, um documento de correções e clarificações pode ser acessado
através
deste link.
Por uma série de fatores, eu nunca desenvolvi o conteúdo dedicado aos jogos de
tabuleiro da série que eu havia planejado décadas atrás, mas espero que a
história seja diferente com esse aqui. Com sorte, será o pontapé que faltava
para finalmente explorar a fundo esse material tão peculiar, que, querendo ou
não, é a cara do blog
Raider Daze.
O novo patinho de borracha não apenas usa o traje da aventureira como vemos em
Legacy of Atlantis, mas a forma como segura as pistolas faz uma
referência velada às animações de combate exibidas nos trailers do jogo. Além disso,
a versão Mini foi lançada simultaneamente, e ambas já estão disponíveis
no exterior.
Vale lembrar que a tiragem limitada para colecionadores traz a figura dentro
de uma banheira. Uma edição mais barata traz a figura numa caixa ao
invés; o patinho de LOA está disponível nessa apresentação desde já e, hoje, o patinho de TR2013 foi relançado nesse formato. (Me pergunto se veremos uma Mini de TR2013...)
Eis aqui outra atualização de minha coleção levemente substancial.
Surpreendente, até mesmo.
Comecemos, obviamente, pelas figuras. Sem qualquer tipo de ambição, eu
acompanhava regularmente a listagem da Classic Era, da Dark Horse, na Amazon
nacional, e um dia surgiu por um preço absurdamente bom. Não pestanejei e
comprei sem pensar duas vezes. Tenho ressalvas quanto à figura, especialmente
sua pose e rosto, mas não tenho arrependimentos.
A segunda figura é uma impressão 3D adquirida no Mercado Livre. Para o preço,
achei excelente (ela mede cerca de 38cm de altura com a base), apesar do tom
de pele ser um pouco anêmico e a camisa ser branca ao invés do tom tradicional
azul-esverdeado, mas está valendo.
Outra impressão 3D, essa feita sob encomenda com um artista recomendado por
amigos, é uma espada Soul Reaver de cerca de 10cm para ficar na mesma escala
que a
Excalibur
das figuras de Legend da Neca... Eu diria que tenho sérios
probleminhas, mas isso não se faz necessário. E, veja bem, já tenho ao menos
outros dois projetos diferentes alinhados com esse mesmo artista...
Na parte de quadrinhos, agora tenho a Colossal Collection completa com
a chegada do terceiro volume, sem dúvidas o pior de todos (dei uma revisada
nos
meus resumos, mas admito que escrevo muito mal), e também recebi o lote contendo as
quatro edições da minissérie Sacred Artifacts, a qual ainda preciso
reler mais algumas vezes antes de escrever o resumo para o blog.
E, por fim, o livro
Tomb Raider: Lara Croft, Celebrity dei Videogiochi faz parte de uma
coleção de retrospectivas lançada pela editora italiana RBA, em 2023. Quando
foi anunciado, lembro de ter acompanhado a editora e alguns perfis no Twitter
para tentar encontrar uma cópia, mas foi apenas agora, quando já nem pensava
mais no mesmo, que vi uma listagem do mesmo na Amazon nacional.
Ah, sim, duas das três (talvez quatro)
novas Funko Pops
também estão aqui. A wetsuit de Dagger of Xian atrasou um pouco
mas está em rota, assim como algumas outras coisinhas...
Como tomamos conhecimento em último instante, Legacy of Atlantis teve uma
demonstração jogável para quem atendeu aos eventos da semana passada. O
embargo para divulgação de conteúdos sobre essa apresentação caiu hoje e,
como resultado, uma enxurrada de vídeos, prévias, entrevistas e opiniões
caíram na internet.
Tenho esperanças de que essa versão de demonstração seja disponibilizada para download
para todos nós no futuro, mas, por ora, vou tentar recapitular as informações
que julguei mais relevantes. As cenas que ilustram os vídeos parecem todas
oriundas de um mesmo b-roll, muito provavelmente cedido pelos desenvolvedores
do jogo. Esse vídeo parece reunir, sem comentários, todas as cenas:
Antes de entrar em detalhes específicos do jogo, quero citar duas entrevistas com a atriz Alix Wilton Regan. A primeira, publicada pelo canal do evento Future Games Show é uma divertida entrevista mútua entre ela e Troy Baker (que interpreta o protagonista de Indiana Jones and the Great Circle, hm...). Alix exala um carisma natural, é impossível não se apaixonar por ela.
Na segunda, para o canal Radio Times, Alix mais uma vez reforça que está tentando trazer um pouco de cada uma das intérpretes anteriores de Lara Croft para a sua versão da personagem para que todo e qualquer fã consiga se identificar com ela, afirmando sentir muito amor e respeito pela personagem. Alix foi escalada para o papel em abril de 2023 e tem trabalhado em LOA e Catalyst desde então.
Tentei sintetizar abaixo, da melhor forma possível, as informações que absorvi desse evento.
LOA é constantemente descrito como uma reimaginação, e, em uma das entrevistas, os diretores afirmam que o jogo não tenta ser uma reconstrução exata da mesma história que já conhecemos, então elementos inéditos podem surgir. Essa é a mesma Lara Croft que acompanhamos na trilogia Survivor, mas em uma etapa diferente de sua carreira, onde ela não é mais regida pelos traumas de seu passado.
Na parte de movimentação, Lara salta mais alto e pode tomar impulso para saltos mais distantes, e, até onde sabemos, apenas uma sequência de cambalhotas acrobáticas pode ser realizada, mas ela pode ser iniciada a qualquer momento durante o jogo. As mecânicas de escalada aparentemente usam a mesma fundação de peitoris e beiradas introduzida em Legend. Alguns jogadores reclamaram das animações e leveza dos saltos, então existe a possibilidade de que eles sejam refinados até fevereiro.
Explorar os ambientes irá render recursos para sistemas de crafting — muito brincam sobre Lara recolhendo batatas no cenário, mas não sabemos se existirão acampamentos para preparar o alimento, ou se Lara apenas gerencia esses recursos em seu inventário para ganhar uma vantagem temporária (pense nas diferentes ervas de Shadow). Há ganhos de pontos de experiência também mas a árvore de habilidades estava inacessível na demonstração.
Existem documentos e murais dispersos pelos cenários, que ajudarão a expandir a narrativa ambiental, e Lara conta com um novo dispositivo para ajudar em sua busca: um scanner portátil. Ao apontar para certos objetos, ela conseguirá determinar o que tal objeto representa, qual sua função ou utilidade, e o que ela precisa fazer com ele. Parece reminiscente ao modo de análise remota dos binóculos em TRL, que era opcional e supérfluo, mas é uma alternativa interessante ao instinto de sobrevivência. Opções de dificuldade e acessibilidade estarão presentes e poderão ser
ajustadas separadamente, como felizmente têm sido o caso para a maior
parte dos jogos modernos.
O combate foi novamente reformulado mas, a julgar pelas cenas, parece bastante familiar. Ao que tudo indica, a mira não é automática e não trava nos inimigos. É possível segurar o gatilho esquerdo para empunhar as armas e posicionar a câmera sobre os ombros de Lara antes de disparar com o gatilho direito, ou usar apenas o gatilho direito para disparos rápidos. Na versão de demonstração, os jogadores enfretaram apenas velociraptors, mas todos destacam que headshots não parecem causar dano adicional.
A causa disso, que alguns jogadores criticaram, é que o combate está bastante apoiado na mecânica de Focus. Trata-se de uma barra que preenche conforme você atira ou esquiva de inimigos, e, quando você usa uma carga da habilidade, Lara realiza um salto acrobático em câmera lenta permitindo que você dispare mais rápido (e talvez cause mais dano) enquanto estiver no ar. Não causa morte direta como a Adrenaline Dodge de Anniversary, mas parece seguir um conceito similar.
Por fim, a icônica picareta da trilogia Survivor marca presença no jogo, sim. Embora, por algum motivo desconhecido, ela não esteja visível no modelo da personagem, Lara a usará para quebrar paredes ou cortar plantas (uma lâmina tão afiada quanto o ódio, que ironia), mas em uma das cenas de combate podemos ver que ela usa a ferramenta para impedir um raptor de cravar uma garra em seu peito após derrubá-la ao chão.
Sobre a controvérsia quanto ao uso de inteligência artificial generativa, pretendo escrever um artigo editorial em breve, mas o tempo é um fator que está sempre contra minha miserável existência.
E quando você menos esperar, #TR30 estará lá, pronto para arrancar mais uns
trocos de seu bolso.
A nova jogada (captou?) da vez é uma camiseta esportiva com o brasão da
família Croft, bem como o respectivo nome de jogador no verso, em duas
versões: o uniforme primário, para jogos em casa, e o alternativo, para jogos
nos quais a equipe visita o estádio dos oponentes.
As peças estão sendo lançadas hoje provavelmente por conta do início dos jogos
da Copa do Mundo, mas percebo que esse é um evento cada vez menos relevante por aqui, o
que é curioso considerando que o Brasil costumava ser conhecido como o "país
do futebol".
Dito isso, apesar de meu desdém pela supervalorização de futebol (só não é
pior que política, a meu ver), preciso admitir que essas camisetas são belas
demais — e ambas já estão em minha lista de desejos que não para de crescer. E,
também, não posso deixar de citar o meu
Croft Football Club, do ano passado, que em nada lembra as cores dos uniformes que agora existem
oficialmente, mas enfim.
Durante a apresentação Nintendo Direct, fomos surpreendidos com a revelação de Rise of the Tomb Raider para Nintendo Switch 2 — e não só isso, mas com lançamento imediato!
Poucos dias atrás a Crystal Dynamics havia confirmado Legacy of Atlantis para a plataforma híbrida da Nintendo e, na ocasião, comentei que a presença de Lara é notável. Cresceu mais um pouco agora, e estou certo de que também veremos Shadow na plataforma dentro dos próximos meses.
A loja oficial de Tomb Raider incluiu em seu catálogo novos
pares de óculos inspirados por Lara Croft para pré-venda. Cada par está
listado pelo preço inicial de USD 40, mas a data de envio não é citada.
Não tenho certeza, mas os óculos clássicos aparentemente não são do mesmo
modelo que foi vendido no ano passado pela loja oficial anterior. Aliás, vale
lembrar que na época o item esgotou, recebeu um novo lote e que rapidamente
esgotou novamente. Se tudo ocorrer dentro do esperado, como raramente acontece,
pretendo comprar os óculos de AOD antes que esgotem pois eu,
assim como você, também tenho meus momentos emocêntricos.
A título de curiosidade apenas, e justamente em uma época em que crossovers envolvendo Tomb Raider costumam ser amplamente criticados pela parcela vocal de fãs que nunca está satisfeita com nada, nossa garota continua recebendo "homenagens" descaradas (os chamados rip-offs) por aí.
Nesse caso, conforme avistado pelo usuário @natlasmines, o jogo Fun Run 3: Arena, da desenvolvedora norueguesa Dirtybit, inclui não apenas um mas dois trajes de Lara Croft no passe de temporada 141. Não recomendo a compra do passe, naturalmente, mas admito que o jogo pode ser divertido em sessões curtas.
As peças que compõem o traje são obtidas separadamente no decorrer do passe pago, com as variantes inspiradas por Angel of Darkness liberadas na trilha de recompensas adicionais, que são destravadas progressivamente após finalizar os 50 níveis do passe. Em tempo, esse passe custa 850 gemas, e uma microtransação contendo 1200 gemas custa BRL 50. Ou seja, não, obrigado.
Fomos enganados! Apesar de Legacy of Atlantis ter aparecido no teaser da
Summer Game Fest, o jogo não marcou presença no evento de forma alguma.
Felizmente, o State of Play já havia suprido essa lacuna com o excelente segundo trailer. Depois, tivemos o Future Games Show, apresentado por Alix
Wilton Regan, a nova atriz a assumir as botas proverbiais de Lara Croft, e
ela concedeu uma entrevista em um painel da IGN Live.
Antes de mais nada, quero deixar registrado que Alix emana uma energia igualmente positiva e caótica; e ela não esconde o orgulho e empolgação. Ela é perfeita para o papel e facilmente encontrará um lugar no coração dos fãs.
Sobre os eventos, de início, pensei em nem me dar o trabalho de blogar o que foi apresentado pois o conteúdo era tão raso, mas felizmente culminou no vídeo de
bastidores acima, que é um tanto quanto animador quanto ao futuro de nossa
franquia. Mas, vamos em ordem...
Na Future Games Show, no sábado, um breve vídeo com Raul Siqueira, diretor do
jogo, foi exibido, mas ele não fala absolutamente nada que já não soubéssemos
e as cenas são oriundas dos dois primeiros trailers — trailers aos quais já assistimos centenas de vezes (ou mais).
Já no domingo, durante a IGN Live, Alix concedeu uma entrevista enquanto cenas de bastidores eram exibidas ao fundo. Além de reagir à algumas cenas de
Anniversary (sabendo
exatamente o que estava acontecendo nelas), ela comenta que haverá uma sutil diferença na atuação da personagem
entre LOA e Catalyst, e fala que traz um pouco de cada uma das intérpretes anteriores para
canalizar a energia da personagem. Como um adendo seu, Alix é fluente em
francês e vai trocar algumas palavras com Pierre no idioma, e também promete algumas palavras em espanhol para os níveis no Peru.
Alix não pode entrar em detalhes sobre outros membros do elenco, mas ela elogia bastante os
colegas que interpretam Larson e Natla, e cita que a cena com o tiranossauro
foi capturada em uma tomada contínua de quase 15 minutos para mantê-la o mais orgânica possível. Ela também fala que a batalha contra Larson termina em uma
"posição íntima e comprometedora", de forma similar à cena de TRA que foi
exibida durante a entrevista.
E, poucas horas mais tarde, o vídeo de bastidores por si (e que você deve
conferir, no topo da postagem) foi liberado na íntegra. Sob o título "Meet
Lara Croft", é o primeiro de uma série, como todo e qualquer estúdio costuma fazer para promover seus jogos.
Além de Alix, diversos desenvolvedores, tanto da Crystal Dynamics quanto da Flying Wild Hog, destacam alguns dos atributos que tornam Lara quem ela é: uma mulher de privilégio, mas com um passado trágico; forte e eficiente; completamente formada, com um forte senso de intelecto e de confiança.
LOA será a fundação sobre a qual futuros jogos da série serão construídos. O jogo é constantemente descrito como uma carta de amor moderna, como uma forma de celebrar os fãs, o fandom, e o amor pela franquia, sendo uma culminação dessa paixão de 30 anos. E é apenas o começo para essa nova interpretação de Lara Croft...
Para encerrar essaa postagem, quero destacar alguns dos desenvolvedores: Brenoch Adams e Kam Yu continuam responsáveis pelo visual de Lara Croft (já fazem isso há bastante tempo); Meagan Marie agora é Diretora Criativa de Marca, o que talvez possa explicar a notável lacuna na parte social do estúdio desde que perdemos nossa última gerente de comunidades; e Mateusz Dzięcioł, Designer de Níveis Sênior, comenta que às vezes belisca a si mesmo, pois enquanto adolescente criava níveis com o Level Editor por lazer em casa e, hoje, trabalha profissionalmente no próximo jogo da série.
Ah, uma versão de demonstração do jogo estava disponível para visitantes do evento!
Dando continuidade à postagem anterior nessa minha série de postagens para os 30 anos de Tomb Raider, trago agora uma tradução livre da história contida nos cards de The Cradle of Life, publicados pela finada Inkworks quando o filme foi lançado, ainda em 2003.
Da mesma forma que no caso anterior, tanto esses cards quanto a adaptação literária, de autoria de Dave Stern, possuem algumas discrepâncias em comparação à versão do filme que conhecemos e amamos. E, novamente, fiz a tradução totalmente à mão, adaptando muitos trechos para facilitar a leitura em nosso idioma mas sem comprometer o contexto original.
[ * * * ]
Tomb Raider: The Cradle of Life Ela está de volta e mais empolgante que nunca! É aquele exército de uma mulher só chamado Lara Croft, aventureira internacional e saqueadora de tumbas extraordinária. Interpretada pela vencedora do Oscar, Angelina Jolie, Lara enfrenta assassinos implacáveis e ambiciosos em uma corrida ao redor do mundo para salvar a humanidade da fúria apocalíptica da Caixa de Pandora. É um conto emocionante que envolve diversos países e milhares de séculos.
Lara Croft Ela é conhecida tanto por amigos como por inimigos como Lady Lara Croft, uma aristocrata inglesa. Ela é bela... brilhante... sedutora... e absolutamente mortal quando a situação exigir. E ainda assim, por trás desse exterior invencível, existe uma mulher de grande paixão e consciência. Lara verá seus mais profundos sentimentos serem testados enquanto mergulha em uma nova e notável aventura, uma busca repleta de ação pela fonte do maior poder destrutivo na Terra.
Terry Sheridan Se Lara Croft tem um oposto, ele seria o ex-comandante da Marinha, Terry Sheridan. Um escocês com reputação por assassinato e violência, ele é tão habilidoso quanto Croft em espionagem e técnicas de guerra improvisadas. Agora, Terry é um mercenário implacável que vende seus talentos a quem fizer a melhor oferta. Ele e Lara também partilham uma história romântica, e essa nova aventura juntos parece reacender essa paixão. Mas será que Terry é digno de confiança?
Os requisitos mínimos de sistema, para a versão para PC, de Legacy of Atlantis foram divulgados ontem, através da listagem do jogo na Steam e, também, na Amazon.
Parte de mim estava no aguardo dessas informações para saber que tipo de computador montar para os próximos anos, mas, com a disparada insana dos preços dos componentes, esse continuará sendo um investimento previsto para um futuro quando a situação não estiver tão crítica. E digo isso assumindo que algum dia a situação possa melhorar, é claro, contrariando todas as probabilidades.
Observe que eles não especificam qual o nível de desempenho que essas configurações permitirão, e também não informam os requisitos necessários para a experiência otimizada, com tudo no máximo. Além disso, esses dados estão sujeitos à alteração até o lançamento do jogo.
Requisitos
Mínimo
Recomendado
Sistema
Win 10 ou 11 (64-bit)
CPU
Intel i5-8600
AMD Ryzen 5 3600
Intel i7-9700K AMD Ryzen 5 5600X
RAM
16 GB
GPU
nVidia GTX 1070 (8 GB) RTX 2060 Super
AMD RX 5700
nVidia RTX 3080
AMD RX 6800 XT
Espaço
80 GB
Rede
Conta Steam e conexão à internet
Com essa minha troca de computador ainda sem data definida, vou me organizar para rejogar todas as remasterizações no PlayStation 5 mais uma vez e usar o próprio Share da plataforma para construir minhas galerias de capturas aqui no blog, antes que LOA chegue até os nossos consoles. Peço desculpas antecipadas pela enxurrada de postagens que devem começar a surgir ainda dentro deste mês.
Sabíamos que Legacy of Atlantis marcaria presença no evento Summer Game Fest, na sexta-feira, mas fomos pegos de surpresa hoje, com um novo trailer e novas imagens divulgadas durante o evento State of Play.
Assista ao trailer acima repetidas vezes. Novos trajes, novos ambientes, novas áreas, acrobacias, inimigos, a picareta faz uma aparição na cena de abertura do jogo... Pesque um detalhe diferente a cada visualização. As versões repaginadas de Larson e Natla estão incríveis — mas, como o fanboy facilmente impressionável que sou, devo dizer que tudo que vimos até o momento está absolutamente incrível.
A revista que Larson joga na mesa durante a conversa com Lara conta com alguns easter eggs bacanas: Carter Bell, Kurtis Trent, e Dr. Whitman. Suspeito que esse é o tipo de tratamento que podemos esperar da suposta unificação, elementos casualmente citados aqui e ali para indicar que os eventos de jogos anteriores aconteceram, mas sem necessariamente fixar datas ou uma ordem lógica para os mesmos.
O trailer ainda revela que o traje de TR2013 é uma oferta de bônus de pré-venda, e edições Deluxe e de Colecionador oferecerão acesso antecipado de 48 horas ao jogo. Difícil será sobreviver até fevereiro do próximo ano...
A versão dublada do trailer pode ser conferida através deste link.
As pré-vendas (digitais) de Legacy of Atlantis iniciaram-se
hoje, e junto a isso temos algumas informações sobre as diferentes edições que
o jogo receberá.
Todos os jogadores que fizerem pré-compra de qualquer edição do jogo receberão
o traje Survivor, inspirado pelo visual da heroína em TR2013. O preço do jogo base na PSN é de BRL 340, embora na Steam custe BRL 260.
Um escalão acima, a edição Deluxe inclui o traje Parisian Fugitive (de
Angel of Darkness) e, também, um pacote de DLC de história a ser lançado no futuro. Quem fizer
a pré-compra, além do traje Survivor, terá acesso antecipado ao jogo, podendo
jogá-lo dois dias antes do lançamento oficial. Essa edição custa BRL 400 na
PSN, e BRL 300 na Steam.
E, por fim, a (provavelmente) cara edição Collector's inclui todos os benefícios
acima e alguns itens físicos: um diorama de Lara batalhando um tiranossauro,
um steelbook, um mini-artbook, um chaveiro e um bótton tematizados. Nesse caso, acredito que o jogo será
incluso em mídia física. O preço não foi
divulgado oficialmente, mas certamente está fora de nossa realidade.
O
portal oficial de Tomb Raider
sinaliza que as edições em mídia física serão listadas em determinados
revendedores dentro dos próximos dias.