O décimo episódio do documentário de desenvolvimento de Legacy of Atlantis foi divulgado hoje. Desta vez, a equipe de desenvolvimento compartilha pensamentos e fatos rápidos sobre a nova interpretação do s níveis no Egito, o terceiro ato do jogo.
Considerando o tanto de tempo que ficamos presos com as mesmas cenas do Peru, parece que a Grécia passou num piscar de olhos nessa campanha de marketing. Mas uma coisa é certa: todos os ambientes revelados até agora não são nada menos que deslumbrantes!
A ideia por trás dos níveis no Egito é a solitude, o isolamento, a vastidão do deserto. A equipe reflete sobre como Khamoon é uma entidade fictícia, mas os hieróglifos na parede e elementos de história celebram ela de forma similar ao que a civilização egípcia fazia com as divindades no mundo real.
Em um comentário pessoal, ao contrário de Assassin's Creed, os jogos de Tomb Raider não pareciam buscar tanto respaldo na história real; até mesmo geografia e mitologia eram usadas com ampla liberdade criativa por todas equipes que já trabalharam na franquia. Para mim, Khamoon sempre soou como um nome inventando a partir do nome de Tuntacâmon, que literalmente todo mundo já ouviu ao menos uma vez na vida.
Se você estiver acompanhando a rede social de qualquer fansite, certamente
está tonto com o tanto de capas variantes que vêm sido reveladas para as histórias em
quadrinhos de G.I. Joe × Tomb Raider. Eu estou. E, também, horrorizado.
A editora Image parece que vai extorquir tudo que conseguir dos fãs de Lara
Croft — afinal, como eu estou dizendo desde o início, #TR30 está atrás de todo
nosso dinheiro. Não creio que os fãs de G.I. Joe estejam tão
investidos nessa colaboração para justificar esse número absurdamente
exagerado de capas variantes.
As tiragens limitadas, normalmente de 750 unidades, são o suficiente para
ativar o modo FOMO em qualquer um de nós. Tenho certeza que o número de colecionadores
mundo afora é bem superior a esse. E isso sem sequer levar em consideração os
cambistas, que prontamente revenderão essas edições por valores ainda maiores
do que os iniciais.
Aliás, importante notar que algumas das edições já chegam com preços absurdos:
enquanto o preço de capa das edições comuns fica em torno de USD 5, algumas
das variantes estão sendo listadas por até USD 85. Por coincidência ou não, temos a New York Comic Con chegando, talvez esse evento fomente a existência de tantas versões exclusivas. De qualquer forma, é seguro presumir
que serão poucos (e europeus, provavelmente) os colecionadores que terão capital para adquirir todas.
Mantenha em mente que a edição
G.I. Joe: A Real American Hero #330, onde Lara fez sua primeira aparição, não era de tiragem limitada e ainda assim esgotou três vezes. Para as reimpressões
seguintes, a editora aproveitou para colocar nossa garota na capa, por motivos
óbvios.
Nota: Capas novas estão sendo anunciadas praticamente todos os dias. O céu é o
limite. Atualizarei essa postagem com frequência, até que a Image sossegue.
Preciso planejar o que posso cogitar adquirir dentro de minha limitada
realidade, e vida que segue.
Adicionei os itens acima à minha coleção no decorrer das últimas semanas.
A figura de Legend of Lara Croft é a minha terceira figura da Dark Horse. Eu tinha certeza que jamais conseguiria qualquer uma delas mas, por algum motivo ou outro, volta e meia surgem a preços aceitáveis (ainda caros, veja bem) na Amazon nacional. Espero conseguir a figura baseada em TR2013 para completar essa série — estou deliberadamente ignorando a tiragem limitada da figura com a moto, cujo preço inicial em dólares é três vezes maior do que essas peças.
Eu recebi o livro The Making of Tomb Raider: 1997-2000 ontem mesmo, portanto ainda não tive tempo ou oportunidade para ler e comentar seu conteúdo, mas espero fazer isso para a próxima atualização de minha coleção. Apenas aproveitei para fotografá-lo e já colocar por aqui para sinalizar que o mesmo já está disponível, caso alguém tenha interesse.
Enquanto a Image está anunciando centenas (ou quase isso) de capas alternativas para os quadrinhos de G.I. Joe × Tomb Raider, recebi a única capa variante de Sacred Artifacts #1, completando essa minissérie. Eu estava quase completando o meu álbum de quadrinhos, com base nas metas que eu tinha traçado para mim mesmo, é claro, mas a nova linha de chegada está bem longe, mais uma vez.
E, por fim, alguns itens não oficiais. Por apenas 40 BRL, ao invés de 46 USD (mais frete e impostos de importação), pedi para uma gráfica sublimar a arte de TR30 em uma toalha. Também aproveitei e pedi um azulejo com a bela estrela Made in Derby. Por fim, casualmente, o algoritmo da Shopee me sugeriu chaveiros sob encomenda, podendo escolher entre o rol de habilidades de Dead By Daylight. Naquele jogo, Lara Croft tem um conjunto próprio de habilidades, e felizmente o vendedor acatou a meu pedido...
A editora Dark Horse publicou um breve vídeo nos concedendo uma primeira espiadela sobre o vindouro livro Chronicles of the Tomb Raider. Anunciado alguns meses atrás, esse livro supostamente servirá para separar "fato de ficção" no vasto legado da franquia, fazendo um registro cronológico das aventuras de Lara.
Pois bem, o livro está muito bonito mas já tenho algumas dúvidas quanto ao conteúdo.
Com base nas poucas cenas do vídeo acima, parece um livro de artes, o que por si não é exatamente ruim. Talvez eu que estava com expectativas altas demais, acreditando que talvez o livro faria uma espécie de revisionismo da história de forma a encaixar tudo dentro da tal "unificação".
O breve texto sobre Zip parece fazer isso, dizendo que ele conhece Sam — talvez a injustiçada série Legend of Lara Croft não será completamente ignorada, afinal — e ajudou Lara a invadir a VCI Industries. Já o texto de Von Croy fala que ele foi o mentor de Lara na primeira expedição dela, no Camboja — pode ser uma mera questão de semântica aqui, mas tente lembrar todas as outras primeiras expedições que essa garota teve ao longo dos anos...
De qualquer forma, eu pretendo adquirir esse livro logo no lançamento, previsto para o final de outubro, e compartilhar opiniões e pensamentos mais elaborados no futuro.
Uma nova, e inusitada, colaboração de Tomb Raider foi revelada hoje: a próxima parada da aventureira será no Havaí através de um pacote tematizado do jogo de corrida The Crew Motorfest!
A revelação foi feita por Meagan Marie, atualmente Diretora de Criação de Marca da Crystal Dynamics, durante a transmissão exibindo conteúdos previstos para o quarto ano do jogo da Ubisoft. O pacote de DLC pago se chama Secrets of Ni'ihau e será lançado em 7 de outubro, como parte da temporada Expeditions, que acrescenta mecânicas novas como um guincho para remover obstáculos e barreiras.
Por se tratar de um jogo de corrida, o conteúdo será apresentado como uma playlist de oito eventos que incluem ruínas, enigmas, e sequências de ação — e, aparentemente, dinossauros, pequenos e grandes! Para a exploração de mundo aberto da ilha, o pacote ainda traz cinco veículos diferentes, 25 animais para catalogar, três missões de fotografia, e 17 baús de tesouro.
O trailer cinematográfico coloca Lara na ilha seguindo o paradeiro de Jonah, que estava no Havaí visitando parentes e desapareceu enquanto investigava uma relíquia misteriosa a pedido de Lara. Não sabemos quem são os dubladores, mas caso não sejam os atores já consagrados (quero dizer que são Keeley Hawes e Earl Baylon), devo dizer que fizeram um bom trabalho em captar a tonalidade das vozes originais.
Como um dos poucos apreciadores dos crossovers externos da franquia, já deixo meus leitores avisados que pretendo desenvolver conteúdo sobre esse aqui também assim que possível — mesmo porque, curiosamente, eu tenho e joguei bastante Motorfest no ano passado.
Lara Croft realmente é a
garota da capa
suprema. Mesmo na fictícia revista Astonishing Travels ela figurou na capa em
duas edições consecutivas: alguns meses atrás, a
edição #310 tentava descobrir o interesse dela no Peru, e agora, na edição #311, os editores conversam sobre sua chegada à Grécia.
Novamente, acho válido considerar esse conteúdo como fanfic oficializada, uma
vez que ela vem diretamente do estúdio — mais especificamente, assinada por Meagan Marie —, e alguns pequenos fragmentos de
informação são disponibilizados aqui e ali. Por exemplo, o conceito da
Sociedade dos Saqueadores é tocado superficialmente, até mesmo com um certo tom de ironia (os
"Vingadores Arqueológicos"), e é refutada a possibilidade de Lara
fazer parte de um grupo assim.
A base da Natla Tech agora é localizada em San Francisco (de acordo com a
versão de TR1 para N-Gage, ficava originalmente em Seattle), e existe uma rápida referência a
Rise que, de acordo com o jornalista, é tratada como um boato e
que não foi comentado nem por Lara e nem por seus representantes.
A
arte de capa
é uma ilustração da fã e cosplayer Illyne, que também contribuiu com
uma nova arte
que está sendo divulgada como uma capa variante para a edição do Peru. Aliás,
vale destacar que eles citam a Illyne por nome na fic, dando a entender que
nós voltamos a
viver no mesmo mundo que Lara.
Para fins de preservação, reproduzo abaixo a versão traduzida disponibilizada
pelo site oficial:
Nora Bennett: É um prazer receber os leitores em mais uma edição de
Notas de campo, Viagens Surpreendentes, a série periódica de
mesas-redondas em que os padrões editoriais são um pouco menos rígidos e a
especulação tem lugar à mesa. No caso, um lugar espaçoso até demais. Sou Nora
Bennettt, editora-chefe desta singela publicação. Mais uma vez tenho a
companhia de nosso residente especialista em teorias marginais Julian Mercer,
que eu imagino estar todo convencido após o sucesso da nossa matéria de capa
anterior, que rastreou a enigmática Lara Croft até os Andes peruanos.
Julian Mercer: Nossa editora ficou muito satisfeita.
Nora: E nós também. Você desvendou um excelente mistério e
ligou os pontos capazes de despertar uma bela dose de especulação no
nosso público leitor, e, de certo modo, muito além dele.
Julian: Lara Croft e Jacqueline Natla na mesma história?
Irresistível. Uma é a obsessão da imprensa e a outra, um ímã de
conspirações.
Nora: Qual delas é qual?
Julian: A distinção se perde na análise. A questão é: eu deveria ter
previsto até onde essa matéria ganharia o mundo além do nosso público usual.
Um novo vídeo do documentário de desenvolvimento de Legacy of Atlantis foi divulgado. Neste episódio, os holofotes são direcionados para criaturas que enfrentaremos na Grécia.
A equipe afirma que analisaram centenas de horas de vídeos sobre como esses animais se comportam na vida real para tentar atingir esse nível de detalhe no jogo. Será necessário estar ciente de seus arredores, sendo necessário se adaptar para cada tipo de encontro.
No vídeo, eles falam sobre leopardos, que podem se esconder em passagens estreitas nas quais você não pode entrar para ressurgir em outros pontos (algo que os jaguares de Shadow já faziam, lembra?); e também sobre crocodilos, que podem tentar arrastar Lara para dentro d'água, onde eles terão uma vantagem maior no combate.
No artigo complementar, postado no site mantido pela Amazon Games Studios, mercenários armados são mencionados. Suspeito que, após Larson falhar em deter Lara ao término do primeiro ato, Natla decida que é de seu interesse enviar soldados para oferecer suporte a Pierre. Isso, naturalmente, não tem relevância alguma, afinal combate é apenas uma mecânica de gameplay.
Gorilas e leões não foram mencionados. Como eu disse na postagem sobre as conquistas, temo que a vida selvagem será vastamente reduzida em comparação ao jogo original ou mesmo Anniversary...
Shadows of Truth é mais um dos diversos projetos da franquia
Tomb Raider que acabou sendo cancelado durante sua produção.
Teria sido um sistema de RPG de mesa oficialmente licenciado, caso tivessse
sido finalizado. Nesse caso, felizmente, o material em questão não foi
completamente perdido (agradecimentos ao portal
World of Tomb Raider).
Na ocasião, eu disse que considerava esse cancelamento uma lástima, e desde
então eu tentei encaixar em meu tempo livre uma leitura do material para
tentar trazer uma perspectiva pessoal ao blog. Após incontáveis contratempos,
finalmente estou aqui e, bem, devo dizer que, assim como aconteceu com Lara Croft's Tomb Raiders, também não me identifiquei com esse sistema.
Anteriormente eu já havia registrado que meu sistema de RPG favorito sempre
foi o 3D&T, criado no Brasil no início dos anos 2000 e
comercializado a um preço simbólico através de bancas de revista. Ele era
simples, direto, e funcional. Sua simplicidade era simultaneamente o seu
aspecto mais forte e o mais fraco. Muitos consideravam ele um sistema
introdutório para RPGs "de verdade", mas, para mim, foi minha saideira desse
universo, tendo jogado Dungeons & Dragons (a 1ª edição, sou
velho) e um pouco de Vampiro: A Máscara (provavelmente sua primeira edição, também) antes dele.
Eu até cogitei a ideia de reformular e atualizar minha adaptação Tomb Raider 3D&T
para a quinta edição do sistema, recentemente publicada como 3DeT Victory, mas mesmo essa nova versão não me apeteceu e tive dificuldades para assimilar as regras.
Honestamente, tudo sugere que essa esfera deva, sim, permanecer no passado
longínquo de minha trajetória de vida. Com esse histórico explanado, por favor
entenda que minhas anotações de Shadows of Truth provavelmente
não correspondem a uma representação correta daquilo que o jogo poderia e
pretendia ter sido.
A Nintendo hospedou uma extensiva transmissão hoje contendo diversos anúncios
para o Nintendo Switch 2. De maior relevância para nós, naturalmente, são as
cenas inéditas de gameplay de Legacy of Atlantis.
Temos um vislumbre do Egito, que constrói a partir da base que havia sido
previamente estabelecida em Anniversary. Nenhuma grande revelação é feita nesse breve segmento, mas podemos apreciar
os belos ambientes e algumas das animações de nossa aventureira favorita. As
pré-compras da versão para Switch 2 estão liberadas, e a
página do jogo
conta com algumas imagens inéditas, confira!
Fora isso, quero acrescentar que
Metroid Ravenous
está bem interessante, mas ainda estou no aguardo de um Super Smash Bros.
para cogitar a aquisição da plataforma. E sequer tive tempo para conferir
Metroid Prime 4: Beyond, apesar de ter comprado o mesmo no lançamento. Que vergonha.
Uma série de vazamentos da plataforma Steam ocorreu ontem, com muitas listas
de conquistas sendo disponibilizadas no servidor, tanto de jogos não
anunciados como de jogos que ainda estão longe do lançamento. Esse é o caso
do nosso Legacy of Atlantis.
Pode ser uma lista provisória, possivelmente sujeita a alterações até o
lançamento do jogo em fevereiro do próximo ano. Eu particularmente adoro
troféus e conquistas, então sinto a necessidade de comentar a lista agora,
mas sugiro que você não abra essa postagem pois algumas surpresas podem ser
estragadas... A menos que você também não se importe com isso, claro.
O novo vídeo de bastidores de Legacy of Atlantis veio um pouco mais rápido que os episódios anteriores, uma vez que apenas sete dias se passaram desde a divulgação do último episódio. Dando seguimento ao passo atual da campanha de marketing, o foco está na Grécia. Com sorte, não será saturada com vídeos e trailers da forma que fizeram com Peru, pois a ambientação está exuberantemente bela.
Nesse oitavo episódio do documentário de desenvolvimento, a equipe comenta sobre a arquitetura, as influências bizantinas, a mitologia e as divindades locais, e como tudo é recontextualizado para se adequar ao universo do jogo.
Eles também comentam brevemente a dinâmica entre Lara Croft e Pierre Dupont. Nessa nova reinterpretação, Pierre já foi um explorador renomado, mas que deixou de ser a referência quando Lara Croft entrou em cena. Isso faz com que ele fique igualmente impressionado e irritado pela garota.
Eu tenho a teoria de que tanto ele quanto Larson irão sobreviver para fomentar a Society of Raiders. Não necessariamente tendo algum tipo de relevância em Catalyst ou em quaisquer projetos futuros, acredito que apenas irão mantê-los como uma carta na manga. A própria Core Design nunca foi capaz de justificar o ressurgimento (e, subsequentemente, a segunda morte) da dupla em Chronicles, mas admitidamente o cânone da série nunca foi cuidado de forma rigorosa.
Como é bom estar de volta! Sacred Artifacts é uma minissérie em quadrinhos em quatro edições, publicadas no início deste ano, que inclui diversas referências às continuidades anteriores e é, sem sombra de dúvidas, o melhor arco das HQs desde que a editora Dark Horse adquiriu a licença.
A história se passa pouco mais de um ano após Underworld. Após a Mansão Croft subir em chamas, em um incêndio criminoso sobre o qual a cobertura foi bem vaga, Lara e Winston estão encarregados de reformar e reconstruir a mansão, e, embora a aventureira alegue que usou esse tempo para refletir, ela continuou mergulhando de cabeça em novas aventuras.
Com uma dica de Carter Bell, ela foi para Espanha em busca de um artefato sobre o qual ninguém mais tinha conhecimento: a Adaga de Cítia. Ao chegar no lugar, porém, ela é abordada por um homem misterioso que se identifica como Postulante, e ele a questiona se o destino que ela deseja para o artefato é o mesmo que o da sua adaga-irmã, a Adaga de Xian (de TR2, sim!).
Lara vence o encontro e leva o artefato para casa, relembrando o poder da Adaga de Xian e dizendo que o possível poder da Adaga de Cítia não deveria ser ignorado. Embora não se ouvisse falar da Fiamma Nera há bastante tempo, ao menos uma outra pessoa tinha conhecimento dos artefatos...
O Postulante consegue roubar o artefato da Mansão sem ser detectado e deixa um recado, convidado Lara para uma revanche em Santadi, na Itália. Lara recruta a ajuda de Carter, mas ele informa que está em Paris e pede para que se encontrem lá ao invés. Carter apresenta formalmente sua namorada, Anna Gallo, e ela demonstra muito interesse em Lara, e também compartilha que deixou de ser uma bailarina e passou a estudar História de Arte.
Semana passada, durante a Gamescom na Alemanha, diversos jornalistas puderam
assistir a uma demonstração fechada do gameplay de
Legacy of Atlantis, dessa vez exibindo um pouco da versão reimaginada do nível
St. Francis' Folly.
O embargo finalmente caiu e hoje todos temos acesso tanto às cenas que foram
exibidas quanto aos artigos publicados pelos respectivos veículos que
participaram. Temos algumas poucas informações novas, mas o real destaque, sem
dúvidas, é o teor do vídeo acima.
Kits médicos não existem mais. Em seu lugar, há um sistema de crafting para
preparar receitas com recursos naturais recolhidos dos cenários. Os
desenvolvedores querem eliminar o anacronismo de encontrar kits médicos em
templos e tumbas intocados pela civilização moderna (não falaram sobre armas e
munição, porém). As receitas vão de ervas a refeições completas, funcionando
exatamente como em Shadow — podem recuperar vida ou conceder
melhorias temporárias.
Um aspecto que foi criticado é que ao ingerir uma refeição, os acessórios
simplesmente se materializam nas mãos de Lara e, logo depois do uso,
desparecem. Isso já era notável anteriormente com o machado de escalada e,
nesse vídeo, a espingarda se comporta da mesma forma. Isso ainda pode ser
refinado nos próximos meses, então vamos manter os dedos cruzados.
A sensação de isolamento e solitude volta a ganhar espaço, mas Lara faz
comentários para si mesma sobre os cenários e sobre o que precisa fazer para
prosseguir. Comentários óbvios demais para alguém com a experiência que
aventureira tem, de acordo com um ou outro jornalista. Mas perceba que
trata-se de algo tão corriqueiro e banal, fora que literalmente todo e
qualquer jogo moderno nesse gênero conta com isso, então essas críticas não
carregam peso algum.
Existe um scanner opcional que revela dicas adicionais sobre objetos do
ambiente com os quais Lara pode interagir, mas ele também será útil para
escanear murais e inscrições, revelando e expandindo o lore daquele ambiente
ou mitologia. Essa é outra adição que vem para agregar, uma vez que nos jogos
da Core Design esse tipo de informação ficava restrito a uma ou outra
cutscene. É provável que esse tipo de conteúdo tenha tanta relevância quanto
os inúmeros documentos da trilogia Survivor, mas não está fazendo mal a ninguém.
O combate está fenomenal, combinando o uso de mira manual com acrobacias e o
Focus.
Novos trajes foram avistados! Ao coletar uma relíquia (que já existia em Anniversary, aliás), o traje padrão de Legend foi destravado. Além disso,
as cenas mostradas também revelaram a existência do traje de mergulho de
Dagger of Xian, e a camuflagem com colete de Angel of Darkness.
Após abrir a porta de saída, com as quatro chaves dos desafios dos deuses,
Lara troca farpas com Pierre através de um headset. Ele está na frente pois
está, literalmente, abrindo o caminho com explosivos. A dúvida recai sobre
esse canal de comunicação entre ambos: teria Lara roubado um headset enquanto
estava reorganizando o escritório de Natla? Será que os saqueadores
estabeleceram uma rivalidade cordial quando chegaram ali?
A base desse diálogo é, claramente, oriunda de TRA, e aqui entra outra observação crucial: muito de LOA
parece expandir o que vimos no remake que a Crystal Dynamics fez em 2007, mas
a equipe afirma que tanto TRA quanto o
Atlantean Scion original, de 1996, são consultados em
conjunto.
Por fim, além desse segmento de gameplay da Grécia, um trailer inédito foi
exibido ao término da apresentação, no qual Lara surgia andando de moto no
Egito e um pouco de Atlântida, entre outras cenas. Resta torcer para que esse
trailer seja publicado em breve.