O décimo episódio do documentário de desenvolvimento de Legacy of Atlantis foi divulgado hoje. Desta vez, a equipe de desenvolvimento compartilha pensamentos e fatos rápidos sobre a nova interpretação do s níveis no Egito, o terceiro ato do jogo.
Considerando o tanto de tempo que ficamos presos com as mesmas cenas do Peru, parece que a Grécia passou num piscar de olhos nessa campanha de marketing. Mas uma coisa é certa: todos os ambientes revelados até agora não são nada menos que deslumbrantes!
A ideia por trás dos níveis no Egito é a solitude, o isolamento, a vastidão do deserto. A equipe reflete sobre como Khamoon é uma entidade fictícia, mas os hieróglifos na parede e elementos de história celebram ela de forma similar ao que a civilização egípcia fazia com as divindades no mundo real.
Em um comentário pessoal, ao contrário de Assassin's Creed, os jogos de Tomb Raider não pareciam buscar tanto respaldo na história real; até mesmo geografia e mitologia eram usadas com ampla liberdade criativa por todas equipes que já trabalharam na franquia. Para mim, Khamoon sempre soou como um nome inventando a partir do nome de Tuntacâmon, que literalmente todo mundo já ouviu ao menos uma vez na vida.