Project Eden é um dos pouquíssimos jogos que eu
comprei no lançamento
por conta de publicidade. Quando foi lançado em 2001, o marketing do jogo
colocava bastante ênfase no fato que era um novo produto da equipe que havia
criado os dois primeiros jogos da série Tomb Raider. Em território nacional, a GreenLeaf, então representante local da
Eidos, também usou essa abordagem.
Embora eu ainda possua a versão original e bem conservada, eu estava com
dificuldades em seguir com a sua instalação em meu sistema atual. A solução
veio na forma de uma segunda aquisição do jogo, desta vez em formato digital,
disponível na plataforma GOG por um preço simbólico. Acredito que esse era um
dos jogos mais importantes a se jogar para alimentar o marcador
Softografia
aqui no meu blog, e foi a primeira vez que revisitei o jogo nesses mais de 20
anos desde seu lançamento.
Para contextualizar um pouco melhor, este foi o primeiro jogo do estúdio
lançado para PlayStation 2 e usa uma versão aprimorada do editor de níveis que
conhecemos — você pode conferir algumas imagens do editor no site
Core Design Tribute. Mas não se deixe enganar, não existem semelhanças entre os jogos e ele era
(muito) melhor em minhas lembranças do que na realidade. Vale notar que as
poucas análises agregadas no Metacritic
são mistas, mas a média é favorável.
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A ambientação por si traz uma abordagem bem única e distópica: a
superpopulação no planeta forçou a civilização a construir cidades sobre
cidades, resultando em verdadeiras colmeias humanas. O ar puro e a luz solar
se tornaram privilégio dos ricos, enquanto que os níveis inferiores ficaram
para os menos afortunados. Esses níveis, considerados abandonados, são
visitados por equipes de engenharia apenas para verificar se a fundação das
megacidades está em ordem.






















