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sábado, 29 de outubro de 2016

Encerramento do cronograma de aniversário

Ao longo dos últimos cinco meses, postei uma série de artigos de forma a celebrar o vigésimo aniversário de Tomb Raider dentro de minhas capacidades e limitações. Estou ciente de iniciativas e projetos maravilhosos mundo afora, mas devo dizer que, de certa forma, estou orgulhoso do conteúdo que desenvolvi para a ocasião.

Quando esboçava ideias sobre o que poderia escrever, um pouco de tudo passou pela minha cabeça, mas mantive o foco em dois pontos principais. Primeiro, eu queria abordar mais do que apenas os jogos, portanto procurei formas de incluir quadrinhos, livros e até mesmo referências aos jogos mais obscuros que provavelmente poucos jogaram. Segundo, teriam que ser assuntos sobre os quais eu tinha certeza que conseguiria desenvolver em tempo hábil para manter a periodicidade.

O conjunto final apresenta um nível de qualidade variável, mas uma constante permanece sempre a mesma: a paixão pura e absoluta por parte deste modesto blogger que vos redige a palavra.

Para fins de arquivo, a seguir a relação dos dez artigos deste especial. (Lembrando que todos podem ser facilmente acessados através do marcador 20 Anos.)

Em busca de nossa Lara Conceitos iniciais de Tomb Raider
Tantos jogos, tão pouco tempo... Lara Croft Way
Tomb Raider original legendado em português Cinco HQs indispensáveis de Tomb Raider
As aventuras literárias de Lady Croft Dez níveis inesquecíveis da série Tomb Raider
Um pouco sobre a Anniversary Edition da Core Vinte coisas sobre mim

sábado, 22 de outubro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

Vinte coisas sobre mim

Chego ao fim deste cronograma de aniversário com uma questionável postagem centrada em mim. Posso não ser parte da história de Tomb Raider, mas TR certamente é parte de minha história.

Assim como Tomb Raider, a franquia Resident Evil também celebra seu vigésimo aniversário em 2016. Numa série especial, membros da equipe do portal nacional REVIL compartilharam vlogs respondendo vinte perguntas sobre a experiência de cada um deles com a franquia.

Gostei da ideia e, considerando que diversos paralelos podem ser traçados entre as trajetórias das duas franquias, achei que seria interessante adaptá-la para o universo TR. Algumas das perguntas se mantiveram inalteradas, algumas precisaram de ajustes e outras foram completamente substituídas.

Enfim, vamos lá. Conheça um pouco mais sobre Treeble, o fã por trás do blog Raider Daze.

sábado, 8 de outubro de 2016

sábado, 1 de outubro de 2016

Um pouco sobre a Anniversary Edition da Core


Na reta final desse cronograma especial, aproveito a oportunidade para divagar um pouco sobre a Anniversary Edition da Core Design, que acabou sendo cancelada em prol de Anniversary...

A história é velha conhecida de todos. Após diversos atrasos, Angel of Darkness não foi bem recebido pela crítica, e, somado a uma constante crise financeira na Eidos Interactive, acabou causando a transferência da franquia da Core Design para a Crystal Dynamics.

Em 08 de junho de 2006 – dois meses após o lançamento de Legend –, o trailer de um remake comemorativo do primeiro jogo, então intitulado Anniversary Edition, vazou. Para surpresa de todos, porém, o mesmo estampava o logotipo da Core Design.

A Eidos fez de tudo para bloquear a circulação deste vídeo, uma vez que ele havia sido criado para demonstração interna apenas, mas o golpe derradeiro veio uma semana depois: o anúncio de que um remake seria lançado, sim, mas desenvolvido pela Crystal Dynamics ao invés.
A versão da Core havia sido efetivamente cancelada e varrida para baixo do tapete. De acordo com entrevistas, estava em estágio avançado de produção, com cerca de 60% do jogo completo e rodando no PSP, usando a engine do jogo Free Running. Para o remake, a Core estava usando os mapas do jogo original e construindo sobre eles, visando manter uma familiaridade mas acrescentando novidades para manter os fãs atentos. Outra novidade viria sob a forma de Melissa Croft, prima de Lara, em um modo para dois jogadores.

O estúdio havia avançado a ideia do remake para a Eidos e recebido um "ok" antes de seguir em frente, inclusive recebendo sugestões de equipar Lara com acessórios e roupas similares aos de TRL, sem qualquer indício que uma versão paralela poderia estar em desenvolvimento na Crystal.

É desconcertante considerar que tanto trabalho foi tão prontamente descartado. Como dito, a Eidos enfrentava problemas financeiros sérios e, na mesma época, foi comprada pela SCi. Com a perda de sua maior franquia e sem nenhum outro título de peso em seu rol, a Core foi vendida para o grupo Rebellion, tornando-se essencialmente uma empresa externa manuseando a imagem de Lara Croft, o quê muito provavelmente causou o cancelamento imediato do projeto.
Eu tenho sentimentos mistos. Por um lado, eu amo TRA e a forma que os níveis clássicos foram completamente repaginados. Por outro, TRAE claramente teria sido uma bela overdose de nostalgia. Assim como todos, eu adoraria que essa versão, mesmo incompleta, chegasse até nós; afinal seria mais uma desculpa para passarmos mais algumas incontáveis horas na companhia de Lady Croft...

Meagan Marie revelou que seu livro, 20 Years of Tomb Raider, incluirá uma seção dedicada aos jogos cancelados; o mais notável sendo, claro, TRAE. Enquanto o livro não chega às prateleiras, você pode conferir mais informações e imagens nos seguintes links:

sábado, 24 de setembro de 2016

sábado, 17 de setembro de 2016

Dez níveis inesquecíveis da série Tomb Raider


Em mais um artigo subjetivo, elenco e comento brevemente dez dos meus níveis favoritos de toda a franquia. Não se trata de uma lista definitiva, mas sim uma que reflete como me sinto quanto aos jogos neste momento em particular. De qualquer forma, se você já tentou montar uma lista assim, sabe como é difícil escolher somente dez...

Em junho deste ano, durante a E3 para ser mais específicio, a Meagan Marie apresentou uma seleção das Top Tombs: um nível de cada jogo foi escolhido como favorito dos fãs. Quando decidi os tópicos que abordaria nesse cronograma especial, pensava em fazer um "top 10", e é curioso como minhas escolhas passam longe da opinião popular.

Escolher apenas dez níveis não é uma tarefa fácil, e de certa forma até desfavorece os jogos após o reboot por conta da estrutura que seguem, mas foi um passatempo instigante. Foi uma desculpa perfeita, complementar ao aniversário, para revisitar todos os jogos da série ainda outra vez...

Fica a sugestão, aliás, para você fazer o mesmo – se já não o fez.

[ * * * ]


Temple of Karnak
Como um todo, eu considero o visual de The Last Revelation inteiro um tanto cansativo, talvez por isso eu goste tanto de Karnak – uma refrescante mudança na ambientação. Além disso, coletar os canopos para permitir que Lara literalmente caminhe sobre a água certamente é um momento memorável para muitos de nós.

Valhalla
A forma como a mitológica Valhalla nos foi apresentada pode não ter sido como muitos gostariam, é verdade, mas isso não a torna menos intrigante. Apesar da sequência da torre circular para abrir o portão em Gate of the Dead, o real destaque, para mim, é a navegação pela área da ponte com os martelos gigantes.

Atlantis
Essa é uma fase que garante seu lugar aqui tão somente pela surpresa. Acredito que ninguém esperaria que Atlântida fosse uma pirâmide-incubadora "viva", na falta de um termo melhor para descrever a sinistra ambientação. Paredes pulsantes, acompanhadas por uma tensa trilha sonora com batimentos cardíacos, reforçavam a sensação de que estávamos onde não deveríamos... Não posso deixar de mencionar a doppelganger, claro.


Tomb of Tihocan
É verdade que a versão de Anniversary é uma síntese simplificada de dois níveis diferentes do jogo original, mas é o meu nível favorito no remake. Além de inundar e drenar a cisterna para finalmente alcançar a tumba propriamente dita, ainda temos o confronto contra uma dupla de centauros com olhar petrificante. A sacada de usar seus próprios escudos para refletir o feitiço é bacana, dando aos chefes uma propriedade adicional além da tradicional "esponja de balas".

Beneath the Ashes
O maior (e talvez único) problema deste nível é sua distribuição. Por se tratar de conteúdo adicional e exclusivo para Xbox 360, acredito que uma parcela muito pequena dos fãs pôde conferir. Quem o fez, certamente saiu convencido de que este nível supera praticamente tudo em Underworld. Conceitualmente falando, não sou grande fã da ideia de catacumbas convenientemente localizadas abaixo da Mansão Croft, mas em praticamente qualquer outro quesito, é uma das fases mais inteligentes da segunda era da franquia.

Wreck of the Maria Doria
Assim como Valhalla, acima, essa fase por si talvez não se destaque, mas todo o conjunto ao qual pertence representa uma das ambientações mais únicas e exuberantes vistas na série. A única coisa que eu faria diferente seria a quantidade de inimigos nesses níveis: eu eliminaria toda a presença de inimigos humanos, deixando apenas as formas de vida locais (tubarões, moreias, etc.), para reforçar o senso de isolação que uma profundeza assim traria... Não seria sádico o suficiente para inserir criaturas abissais, porém!


Palace Midas
É verdade que a versão de TRA possui um visual mais agradável, sem contar que as salas das armadilhas foram ampliadas, mas em TR1 o palácio era absolutamente majestoso. Exploramos áreas exageradas e variadas em busca de três barras de chumbo para transformá-las em ouro, trazendo ao jogo uma bela interpretação do mito em torno do rei. O mais curioso é que a estátua de Midas – ou melhor, o que restou dela – ficava escondida.

The Ghalali Key
Todos os níveis de Legend são curtos demais, e o situado no Nepal, infelizmente, é o menor de todos. O pouco que temos, entretanto, é agradável e divertido de se jogar. O monastério no final permitiria uma grande expansão a essa visita, mas apenas retém um puzzle e uma elaborada sequência de fuga. É um dos meus níveis favoritos pela ambientação global, incluindo trilha sonora.

Sleeping with the Fishes
Gostaria de inserir nesta posição todos os níveis de The Lost Artifact, obrigado. Cada nível neste pacote de expansão traz algo de único, como a incursão pelo Eurotunnel ou a breve aparição do Stonehenge, mas este aqui se destaca pelo grande foco em exploração subaquática. Não é nada que já não havíamos visto em TR2, é claro (veja bem, Maria Doria também está nessa lista!), mas aqui tudo parece tão mais objetivo e divertido.


Temple of Xian
O suprassumo não poderia ser outro, afinal poucos níveis na história da saga possuem a complexidade deste nível. Não só por sua extensão, mas também pelas constantes séries de armadilhas: ele realmente coloca tudo que você aprendeu no decorrer da campanha a teste. No fim das contas, Lara acaba chegando tarde demais e apenas testemunha Bartoli realizar o ritual com a adaga de Xian, mas é a jornada que conta, certo? 

sábado, 10 de setembro de 2016

sábado, 3 de setembro de 2016

As aventuras literárias de Lady Croft

Jogos, quadrinhos, filmes... por que não livros? Tomb Raider transcendeu os games para oferecer aventuras nas mais variadas formas, nada mais justo que relembrá-las nesse cronograma.

Infelizmente, não existem livros em número suficiente para fazer uma seleção dos melhores, e, francamente, nesse nicho do universo em particular não seria exatamente fácil. Assim sendo, vou apenas deixar aqui uma relação completa dos mesmos para referência, de forma similar à lista de jogos, com um breve comentário sobre a história de cada um.

Relembrando que teremos um novo livro em nossas mãos em poucos dias: The Blade of Gwynnever tem sofrido uma série de atrasos desde seu anúncio, mas (a menos que um novo atraso venha a ocorrer) deve ser finalmente publicado lá fora no dia 13 deste mês. Dedos cruzados para que essa espera resulte numa leitura agradável e fiel à personagem...

[ * * * ]

Lara Croft: Tomb Raider
Dave Stern (2001)
A 'romantização' do primeiro filme, desenvolve melhor o roteiro da aventura em torno do Triângulo da Luz, além de inserir diversas referências dos jogos – apesar das diferenças entre os universos.  Uma boa leitura, sem dúvidas. Teve sua versão simplificada (escrita por Mel Odom) traduzida e lançada no Brasil pela editora Arx Jovem. (Pocket Books Media Tie-In)

Lara Croft: Tomb Raider - The Cradle of Life
Dave Stern (2003)
O mesmo autor do primeiro livro também assina a 'romantização' do segundo filme. A busca pela Caixa de Pandora, porém, se torna maçante ao receber uma dose desnecessária de passagens confusas. Assim como o anterior, também teve sua versão simplificada (de Nancy Krulik) lançada no Brasil pela Arx Jovem. (Pocket Star Books)

Lara Croft: Tomb Raider - The Amulet of Power
Mike Resnick (2003)
O primeiro livro de uma série de aventuras inéditas. Este conta uma história ocorrida entre The Last Revelation e Angel of Darkness, explicando como Lara sobreviveu ao colapso da pirâmide e imediatamente passou a ser perseguida por uma seita que acredita que ela encontrou o Amuleto de Mareish, portador de poderes inimagináveis... (Del Rey Books)

Lara Croft: Tomb Raider - The Lost Cult
E. E. Knight (2004)
O culto dos Méne tenta reviver um deus adormecido capaz de exercer controle mental sobre as pessoas, e cabe a Lara impedir isso de acontecer. No caminho, ela enfrenta uma antiga aprendiz (que desenvolveu um "complexo de Croft", digamos) que caiu sob domínio do culto. (Del Rey Books)

Lara Croft: Tomb Raider - The Man of Bronze
James Alan Gardner (2005)
O último livro da trilogia original toma um rumo diferente, sendo completamente escrito do ponto de vista de Lara Croft. Coincidência ou não, também é o melhor da série. Dois seres milenares, Bronze e Silver, assumiram os papéis de diversos deuses opostos no decorrer da história humana. Lara precisa reunir membros decepados de Bronze para que juntos possam impedir Silver de causar mais problemas à humanidade... (Del Rey Books)

Tomb Raider: The Ten Thousand Immortals
Dan Abnett e Nik Vincent (2014)
Quase dez anos depois, recebemos uma história original inspirada pelo reboot de Tomb Raider. O livro (não) dá continuidade aos eventos do jogo, apresentando uma Lara lidando com traumas causados pelo que viveu enquanto recorre a arqueologia para salvar a vida de Sam, que supostamente tentou suicídio após o ritual que conseguiu inserir parcialmente o espírito de Himiko em seu corpo. Alerta de spoiler: o livro é absurdamente chato. Em 2016, foi lançado no Brasil pela editora Nemo. (Penguim Random House)

sábado, 27 de agosto de 2016

sábado, 20 de agosto de 2016

Cinco HQs indispensáveis de Tomb Raider

Pouco tempo após se tornar sensação mundial com o sucesso do primeiro jogo, Tomb Raider invadiu outras mídias. Apesar da pequena distribuição no Brasil, diversas histórias em quadrinhos foram (e ainda são) publicadas lá fora. Eis aqui cinco das minhas favoritas.

Sua primeira aprição nas páginas de uma história em quadrinhos ocorreu em uma edição especial com a Witchblade, em 1997, mas logo em seguida Lara Croft ganhou uma publicação própria. Entre 1999 e 2005, as HQs de Tomb Raider tiveram seus altos e baixos, como todas as outras facetas da franquia. Algumas das histórias se destacam, porém, e sempre agradam quando revisitadas.

Usando a premissa do reboot, a editora Dark Horse passou a publicar histórias novas a partir de 2014. Até o momento, é seguro dizer que nenhuma das histórias atingiu o mesmo patamar estabelecido pela Top Cow, mas ainda tenho esperanças de que isso possa acontecer...

Chasing Shangri-la
Escrita por Dan Jurgens e ilustrada por Billy Tan. Lara Croft e Chase Carver – de acordo com Lara, o único saqueador de tumbas no mundo equiparável a ela – roubam um helicóptero para chegar até Shangri-la. Perto do seu destino final, uma perseguição aérea força Lara a se ejetar e derrubar o outro helicóptero antes de esquiar montanha abaixo até encontrar os portões da cidade esquecida pelo tempo. Um clássico instantâneo, apesar do final ser um pouco anticlimático.

Endgame
Escrita por John Ney Rieber e ilustrada por Michael Turner (in memoriam). Lara Croft vive revirando segredos perdidos do passado, então nada mais plausível que em algum momento as coisas dariam errado – e numa caverna subterrânea, abaixo de Nova York, ela se vê possuída por uma entidade tão antiga quanto a própria Witchblade, de sua amiga Sara Pezzini. Tentando retomar o controle sobre o próprio corpo, a solução que Lara encontra envolve o sacrifício máximo...

Inner Demons
Escrita por James Bonny e ilustrada por Michael Choi. Essa é uma das últimas histórias (edição #45), mas é uma das mais intrigantes. A forma como entrelaça a temática de equilíbrio entre bem e mal com a trajetória de Croft é sensacional, e até ajuda a delinear o perfil de Lara nos jogos – em uma das biografias, era dito que seu único medo era o cão de sua tia, e nessa história foi a conquista deste medo que criou a obsessão pelo perigo, para se sentir viva. Genial.

The Medusa Mask
Escrita por Dan Jurgens e ilustrada por Andy Park. O pontapé inicial conta com algumas leves alterações na biografia de Lara, além de introduzir Hartford Compton como mordomo/assistente e também o supracitado Chase Carver. Ao longo dos quatro capítulos, são várias reviravoltas e viagens ao redor do mundo, com uma conclusão satisfatória – apesar do aparente abandono do artefato...

Menções honrosas: Angel of Darkness; edição #½; Epiphany.
Vendetta
Escrita e ilustrada por Michael Turner (in memoriam). A primeira aparição de Lara Croft nas páginas da Top Cow também foi a mais impactante, em minha opinião. Ela chega derrubando uma porta, disparando duas submetralhadoras contra um demônio enquanto faz saltos com piruetas para se esquivar das investidas do inimigo – exatamente como os jogos da época. A história tem um grande foco na parte policial, afinal temos Sara Pezzini, mas como um todo ela fecha muito bem com as duas personagens. E como um bônus extra, em determinado momento Lara veste sua clássica roupa de mergulho da Sola (de TR2)! Impecável.

sábado, 13 de agosto de 2016

sábado, 6 de agosto de 2016

Tomb Raider original legendado em português


Essa é, talvez, minha colaboração mais relevante para a comunidade brasileira de Tomb Raider nesse especial de 20 anos. Espero que seja de serventia.

Hoje em dia, praticamente todos os jogos são lançados com localização parcial ou até mesmo integral em português brasileiro. Nem sempre foi assim, porém, e mesmo os jogos clássicos de Tomb Raider sofrem com um mal ainda pior: sequer dispõem de legendas em inglês.

As versões para PC acompanhavam o manual devidamente traduzido, mas tudo que ouvíamos muito provavelmente passou batido para a maior parte dos jogadores. Felizmente os jogos não são grandes dependentes da história, mas, mesmo assim, eis aqui uma oportunidade que vi para retificar isso usando o formato atualmente popular de "filme".

Todas as cutscenes de TR1 estão reunidas cronologicamente e devidamente legendadas. Quero avisar desde já que se trata de uma tradução livre e adaptada, como todas as que tenho feito até aqui, pois muito teria se perdido com um método verbatim. Devido ao curto e risível alcance de meu perfil no YouTube, decidi usar o canal do PSX Brasil para divulgar esse projeto.

Dependendo da recepção desse projeto em particular, quem sabe o que o futuro reserva?

sábado, 30 de julho de 2016

sábado, 23 de julho de 2016

Lara Croft Way

Nunca encontrei a oportunidade certa para trazer esse conteúdo para o blog, mas acredito que faça sentido reafirmar sua existência dentre os grandes marcos nesses vinte anos de história...

Você sabe que um personagem transcendeu sua própria existência quando uma rua é nomeada em sua homenagem. Na verdade, não tenho certeza se qualquer outra franquia de videogames pode se vangloriar por um feito assim.

No caso de Tomb Raider, em 2010 uma série de ruas em Derby (Inglaterra) seria reformulada para melhorar o fluxo do tráfego, e uma votação pública definiria a nomeação de uma das novas ruas. Entre oito possíveis nomes, "Lara Croft Way" venceu com mais de 89% dos votos contabilizados.

O Conselho da cidade aceitou, afinal a Core Design era situada em Derby, o que efetivamente torna Lara Croft um grande símbolo local. Embora o estúdio tenha fechado suas portas em 2006, a rua tornou-se parada obrigatória para fotografias de quaisquer fãs que visitem a cidade.

sábado, 16 de julho de 2016

sábado, 9 de julho de 2016

Tantos jogos, tão pouco tempo...

Ao longo de vinte anos, a série Tomb Raider teve diversos jogos lançados em praticamente todas as plataformas possíveis. A seguir, uma compilação de todos eles — ou assim espero, pelo menos.

De início, eu pretendia fazer uma linha temporal para esse especial, mas como não domino edição de imagens sabia que o resultado não ficaria bom. Até esbocei diversas versões em papel, mas a grande verdade é que as continuidades não se sobrepõem: a única exceção fica por conta da subfranquia Lara Croft nos dias atuais.

Dito isso, pensei que talvez seria interessante uma listagem completa com todos os jogos da franquia. Não apenas os jogos principais e seus pacotes de expansão, mas também os diversos títulos lançados para plataformas móveis e até mesmo os títulos lançados para iTV.

sábado, 2 de julho de 2016

sábado, 25 de junho de 2016

Conceitos iniciais de Tomb Raider

Dando continuidade ao cronograma de aniversário, eis aqui um texto baseado em 4 Early Tomb Raider Developing Plotlines, publicado algumas semanas atrás no Core Design Tribute Fan Site. Ao invés de uma simples tradução, pedi autorização para desenvolver um artigo próprio.

Todos já ouvimos falar de Laura Cruz, mas igualmente interessantes são as ideias originalmente esboçadas para o primeiro jogo. Muitos elementos chegaram à versão final, é verdade, mas é curioso seguir a linha de pensamento por trás desses conceitos iniciais.

Uma constante que permaneceu inalterada é a estrutura do jogo. Além da jogabilidade "cinematográfica" focada em cinco pilares (exploração, plataforma, combate, quebra-cabeças e armadilhas), a estrutura do jogo se baseava em recolher peças de um mesmo artefato de diferentes sítios arqueológicos para acessar um último nível. O uso de animações em computação gráfica para criar um senso de continuidade e entrelaçar os níveis também estava previsto desde o início.

A história original já trazia Lara como uma arqueóloga que se tornou mercenária e havia sido contratada por um bilionário – Willard Stirling – para recolher artefatos ao redor do mundo, sem saber das reais intenções do contratante. Nessa primeira instância, reunir seis artefatos criaria um dispositivo para distorcer o tempo e o espaço, abrindo passagem para diversos mundos paralelos. Willard na verdade era um Nephilim, banido para a Terra milênios atrás, e sua única chance de voltar para seu lar seria através de um desses portais.

Algum termo em particular chamou sua atenção?

sábado, 18 de junho de 2016