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quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Detonados em vídeo para Rise de Xbox 360

 
Essa série de detonados em vídeo é uma cortesia do canal francês TRGamer, subsidiário do portal Tomb Raider & Cie, e parte de sua infindável jornada cobrindo versões disponíveis em diferentes plataformas e regiões dos jogos. Sua mais recente empreitada foi a versão para Xbox 360 de Rise.

Como trata-se de uma versão que se viu muito pouco, afinal o foco já estava na versão para Xbox One, achei que seria interessante compartilhar por aqui. Por conta do tenebroso contrato de exclusividade em vigor na época do lançamento, essa foi a única versão que tive acesso até que o jogo saiu para PC, e, embora nunca mais tenha retornado a ela, lembro que minha experiência não tinha ficado muito para trás em relação à versão base.

O único porém dos vídeos, capturados diretamente do console, é que estão em francês.

domingo, 1 de maio de 2016

Pensamentos pós Rise, volume II

Em primeiro lugar, peço desculpas por voltar a escrever pensamentos sobre Rise of the Tomb Raider, correndo o risco de repetir o que já disse antes. Quando postei a minha "análise" do jogo, eu intencionalmente rotulei a postagem como volume I pois sabia que seria melhor deixar o conteúdo adicional para uma ocasião futura. 

Também gostaria de ressaltar que a primeira parte havia sido baseada inteiramente na versão para Xbox 360 – não tenho um One à disposição, afinal –, e de lá para cá ocorreu o lançamento da versão PC. Meu computador está longe de ser top de linha, mas me permitiu uma excelente experiência e bem superior à de 360, graficamente falando. Tecnicamente, ambas versões são iguais, e isso reforça meu sentimento quanto a performance do jogo no console.
Quero começar falando sobre o guarda-roupa de Croft, que é surpreendentemente grande. Entre trajes de história, destraváveis e disponíveis via DLC, o número fica em torno de 25 trajes. A maior peculiaridade da coleção é também o maior problema: variedade. Temos trajes de exploração, de caça, militares e até mesmo armaduras medievais! O problema é que tudo cai nessas categorias, o que passa a impressão de que todas são parecidas demais.

Sacra Umbra é uma armadura sensacional, mas totalmente fora de lugar em Tomb Raider – de acordo com os fãs, é claro. (E sim, é um dos meus trajes favoritos.) Em minha opinião, essa situação seria facilmente resolvida com alguns trajes focados em fanservice; sequer temos a vestimenta padrão de TR2013, por exemplo, apesar de que a Tank Top seja essencialmente uma nova versão da mesma.

Seguindo em frente, os DLCs de RTR foram lançados no decorrer dos últimos meses, com três expansões principais. Cada expansão visava explorar um dos pilares-base do reboot: sobrevivência, exploração e combate. Dito isso, vou brevemente comentar cada pacote em ordem de lançamento.
Começando pelo modo Endurance, é um caso complicado. Em diversos podcasts, a equipe de desenvolvimento mencionou que havia criado sistemas complexos de jogo, mas que os reduziram ou eliminaram-nos completamente para evitar que o jogo se transformasse num simulador de sobrevivência. O que temos aqui, acredito, é um reaproveitamento dessas mecânicas.

No contexto de conteúdo adicional e independente, acho válido e interessante inserir mecânicas de fome e frio, por exemplo, onde o único propósito é simplesmente sobreviver o maior número de dias possível, sem que isso limite ou dificulte sua progressão numa campanha, por exemplo.

Casado a essas mecânicas está um sistema que cria aleatoriamente a floresta ao seu redor. Isso realmente torna palpável a sensação de "se perder" na imensidão de um ambiente selvagem, mas é verdade que depois de repetidas sessões você acaba se familiarizando com as peças que compõem o mapa e sabe como transitar rapidamente por elas.
Praticamente junto ao lançamento da versão PC, recebemos Baba Yaga. Este pacote expande a campanha principal com algumas novas missões secundárias, novos NPCs e uma região totalmente nova. O jogo explica o mito da Baba Yaga através de alucionações, o que permite uma surrealidade maior, como inimigos e a própria casa da bruxa.

Também graças a essas alucionações temos plataformas flutuantes na batalha contra o chefe, o que me lembrou instantaneamente do confronto com Natla, em Underworld. Apesar da engenhosidade por trás do puzzle da área e o reaproveitamento de flechas de veneno como flechas alucinógenas, o DLC sofre por sua curta duração e pela falta de esmero nas animações – principalmente quando comparadas com as presentes na campanha principal.

O grande destaque desse pacote é Nadia, uma remanescente nova. As interações via rádio entre ela e Lara são divertidas, como, por exemplo, quando ela questiona a naturalidade com a qual Lara enfrenta inimigos armados tentando matá-la a qualquer custo. E isso me remete ao próximo pacote.
Cold Darkness Awakened teve uma recepção bem fria, com o perdão do trocadilho, pelo que vi por aí. Ao que tudo indica, ninguém gostou da ideia de ter "zumbis" em TR, mas a meu ver é um posicionamento incorreto. Um DLC com foco em combate realmente seria mais interessante se os inimigos se resumissem a ainda mais soldados da Trinity?

Verdade seja dita, a IA dos ditos zumbis é duvidosa. O jogo insiste que eles possuem a visão deteriorada e que são capazes de localizar você através do som, mas a realidade não é bem assim. Claro que se você mantiver um perfil baixo e sorrateiro, será capaz de destruir a base eliminando pouquíssimos deles, mas quando eles quiserem, não terão dificuldade alguma para te encontrar.

Retomando o gancho de antes, esse DLC conta com a presença de Nadia e seu humor único. Além de conversas casuais sobre a instalação e o desastre que ocorreu ali, ela é responsável por traduzir as instruções para desativar as torres que produzem a toxina responsável pela situação.

O mapa da área é fixo, mas certos elementos são gerados aleatoriamente, como a localização de armas, prisoneiras e barreiras, mas o que realmente torna cada partida única são as três torres. Sempre seguem um padrão de alternativas simples entre duas opções, mas são sempre diferentes e a forma como são construídas permite uma imensa variedade de combinações.

Aliás, essa temática mais sombria traz uma Lara mais pensativa, e embora provavelmente não tenha sido a intenção, a dublagem de Camilla Luddington soa mais madura e austera que o que vimos nas campanhas de TR2013 e RTR, então mais um ponto a favor do DLC. Como um todo, é seguro dizer que entre os três pacotes, este é o meu favorito. Uma opinião subjetiva, como qualquer outra.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Endurance, primeiro DLC de Rise, já disponível

Embora tecnicamente não seja o primeiro DLC lançado para Rise of the Tomb Raider, Endurance (Modo Resistência, no Brasil) corresponde à primeira atualização grande para o jogo. O amigo Roli gravou um vídeo do tutorial deste novo modo, através do qual é possível tirar uma ideia de como funcionam as mecânicas de fome e frio:

Como esperado, o DLC faz parte do Season Pass, mas também está disponível para compra separadamente por BRL 19. A versão para Xbox One acrescenta 15 novas conquistas, enquanto a de Xbox 360 conta com apenas 10 — e assim que eu tiver um bom domínio do conteúdo, atualizarei o meu guia de conquistas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Guia de conquistas — Rise of the Tomb Raider

Seguindo o mesmo estilo que tenho usado no blog – vide conquistas de Temple of Osiris, Relic Run e Go –, hoje trago um guia para as conquistas de Rise of the Tomb Raider. Por fins de conveniência, optei por usar os ícones da versão Xbox 360 (e Steam), embora a versão para Xbox 360 tenha algumas conquistas a menos. As conquistas extras das versões para Xbox One e Steam estão sinalizadas com a sigla  XBO  na relação abaixo. Ainda é cedo para determinar se a lista também será válida para a versão PS4, mas tudo em seu tempo, certo?

Não é um jogo particularmente difícil para se fazer 100%, mas algumas poucas conquistas podem ser um pouco trabalhosas. Baseado em minha experiência com a versão para Xbox 360, eu atribuiria um tempo estimado de 30 horas para completar tudo. As versões para Xbox One e PC podem exigir algumas horas adicionais, uma vez que possuem mais conquistas vinculadas ao modo Expeditions.

[Atualizado em 16/10/2016:] Conquistas de 20 Year Celebration.

Campanha

Following in Father's Footsteps Quite a Tumble Tougher Than She Looks Strange Acquaintance A Helping Hand Taking the High Road The Key To It All
Whatever It Takes The Road Less Travelled The Price of Truth Ultimate Survivor Extreme Survivor

  • Following in Father's Footsteps
  • Quite a Tumble
  • Tougher Than She Looks
  • Strange Acquaintance
  • A Helping Hand
  • Taking the High Road
  • The Key To It All
  • Whatever It Takes
  • The Road Less Travelled
  • The Price of Truth
  • Ultimate Survivor  XBO : termine o jogo na dificuldade Survivor
  • Extreme Survivor  XBO : termine o jogo na dificuldade Extreme Survivor
Estas são as conquistas referentes a sua progressão na história principal. A única exceção fica por conta de Ultimate Survivor: para esta conquista, você deverá completar a campanha na dificuldade Survivor. Neste modo, inimigos são mais resistentes e agressivos e você não recupera vida automaticamente, sendo necessário usar recursos para se curar. Como um todo, não é particularmente difícil e, se você possui experiência com jogos de tiro em terceira pessoa, pode começar nessa dificuldade sem medo.

Caso não se incomode em repetir o jogo, sugiro que jogue a primeira partida em um nível de dificuldade menor (Seasoned Raider) para se habituar com o jogo e suas mecânicas, e então posteriormente encarar o desafio da dificuldade Survivor.

Extreme Survivor é uma dificuldade nova, introduzida com a 20 Year Celebration. Ela não difere muito da Survivor para falar a verdade, a maior diferença é que os checkpoints do jogo somente ocorrem durante acampamentos, então essa conquista exige uma dedicação e cuidado muito maior por parte do jogador.

sábado, 21 de novembro de 2015

Pensamentos pós Rise, volume I

Dentre os consoles que possuo, o Xbox 360 é o mais negligenciado, sem sombra de dúvida. A exclusividade de Rise of the Tomb Raider, porém, me deixou preso a plataforma pela maior parte das últimas duas semanas, da mesma forma que os DLCs de Underworld haviam feito alguns anos atrás. Com inúmeras horas de jogo, é hora de sentar e tentar transcrever impressões para o blog.
Não há motivos para negar todas as semelhanças entre este jogo e TR2013. A jogabilidade permanece vastamente inalterada, com algumas poucas adições novas em termos de mecânicas. O que realmente torna esse jogo superior ao anterior são os ambientes pelos quais a aventura se desdobra. Dentre eles, as sempre mencionadas tumbas, claro.

Armadilhas mortais existem, mas são poucas e facilmente evitadas graças a uma redução na velocidade do jogo, permitindo que você reaja a tempo. As tumbas se destacam pois os puzzles são lógicos e bem elaborados, novamente centrados em elementos de física. Demais áreas, inclusive hubs, possuem diversas formas de travessia e muitos colecionáveis, alguns muito bem escondidos.

Em termos de combate, tive a impressão que o número de conflitos abertos é menor que no reboot, e por vezes a caça se torna o caçador. A introdução de stealth abre novas formas de abordar grupos de inimigos humanos, em muitos casos sendo possível eliminar ameaças rápida e eficientemente.
Considerando que o Xbox 360 já carrega exatos dez anos nas costas, a Nixxes não só fez um bom trabalho nessa versão: praticamente operou milagres. Graficamente falando, o jogo não deixa a desejar ante o reboot, e conta com ambientes muito maiores. Existem, sim, problemas, como quedas na taxa de quadros por segundo e pop-in, em alguns casos, mas a experiência proporcionada é essencialmente a mesma.

Uma única observação que sinto que devo fazer é que algumas das cutscenes são gravadas do Xbox One. A transição entre jogo e cutscene é instantânea, mas notável pois a versão para One obviamente conta com mais recursos gráficos, tanto nos personagens como nos ambientes.

Pelo pouco que li por aí, o aspecto que mais tem sido criticado pelos fãs é, novamente, a história. Eu particularmente gostei, embora parte do desdém seja o mesmo desde Legend. As semelhanças são grandes, embora motivações e interpretações sejam bem diferentes. A cutscene que encerra o jogo sugere que esse tema não voltará a surgir, mas presunções assim podem ser perigosas...

Aliás, falando nisso, eu não li todos os documentos no jogo, mas aparentemente as histórias transitórias (quadrinhos e livro) foram ignoradas. O trailer de anúncio também foi relegado completamente, mas alguns documentos retratam essas sessões e fazem poucas referências indiretas à expedição de Yamatai. Assim sendo, RTR é uma aventura auto-contida.
Para encerrar, o jogo felizmente não conta com um modo multiplayer, como TR2013, mas em seu lugar temos um modo de desafio, chamado de Expeditions. É um passatempo divertido que permite rejogar níveis da história sob uma nova perspectiva, mas não deve apelar a todos jogadores.

Associado a esse modo também estão cartas com modificadores, que afetam tanto a experiência como a pontuação. Essas cartas simbolizam o infâme sistema de microtransações, mas o jogo é bastante generoso em ceder créditos e até mesmo pacotes de cartas, portanto é possível aproveitar o modo sem investir dinheiro algum.

Resumidamente, RTR é nada menos que excelente. Seria um forte candidato a jogo do ano, e até mesmo foi indicado para algumas categorias do TGA, mas o contrato de exclusividade pode acabar impedindo a Crystal Dynamics de levar o prêmio. Eu sinceramente torço que as versões para PC e PS4 impulsionem o número de vendas, que tem sido menor que TR2013 no mesmo período.

Para fins de transparência, deixo aqui registrado meu agradecimento à Crystal Dynamics pela cortesia em oferecer e fornecer uma cópia digital do jogo e do Season Pass. Imagens das conquistas de Xbox One ilustram a postagem.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Comparação gráfica das versões de Rise


Tendo jogado Rise of the Tomb Raider do começo ao fim no Xbox 360, é seguro dizer que é um trabalho excelente, muito melhor do que qualquer jogador poderia esperar. Essa versão tem alguns problemas, como quedas na taxa de quadros por segundo e pop-in, mas pelo que entendo é uma representação fiel e em escala real da versão para Xbox One.

Esse vídeo faz um comparativo lado-a-lado das duas versões. O vídeo também menciona o que costuma acontecer em jogos cross-gen, sem deixar de mencionar o infâme caso de Underworld para PS2, mas felizmente não é o caso de RTR.

domingo, 25 de outubro de 2015

Rise no Xbox 360, fotos da BGS, conquistas

A Crystal Dynamics divulgou oficialmente algumas screenshots da versão para Xbox 360 de Rise of the Tomb Raider. Com sorte, teremos conteúdo em vídeo antes do lançamento, mas, se as imagens servirem como indicativo, essa versão pode ser o suficiente para apaziguar alguns jogadores afetados pela exclusividade. Também tivemos a confirmação que as duas versões terão o mesmo conteúdo, inclusive modos extras e DLCs.

Junto à essa confirmação, recebemos algumas informações sobre esses modos extras. Todas cartas possuem chances de aparecer em qualquer tipo de booster, desde que não sejam DLC ou bônus de pré-venda. Existem diversas formas de ganhar créditos para comprar boosters: desafios na campanha, tumbas opcionais e até mesmo os próprios modos extras. 

Você também receberá créditos se encontrar mochilas no cenário, deixadas para trás em pontos onde amigos de sua lista tenham morrido — exatamente como os canopos de Temple of Osiris.

A listagem de conquistas da versão para Xbox One já está nos servidores da Microsoft. Fique esperto, pois as artes conceituais usadas para ilustrá-las, bem como suas próprias descrições, podem conter spoilers. Se isso não for um problema para você, desfrute.

Por fim, uma galeria de fotografias do evento de RTR na Brasil Game Show foi divulgada, confira!

sábado, 5 de setembro de 2015

Novidades sobre Rise of the Tomb Raider

Para não atrasar a postagem dessas informações, divulgadas no decorrer dos últimos dias, segue uma série de rapidinhas:
  • As primeiras imagens da versão para Xbox 360 de Rise of the Tomb Raider surgiram através de uma publicação italiana. Embora a divulgação oficial das mesmas ainda não tenha acontecido, você pode conferi-las no site da Mondo Xbox
  • Pela primeira vez na história da franquia (ok, segunda), RTR terá localização integral em português brasileiro – ou seja, legendas e vozes. A disponibilidade do idioma dependerá do território onde o disco for adquirido. Vamos torcer para o melhor e nos preparar para o pior...
  • A revista inglesa X-ONE trouxe em sua última edição uma matéria exclusiva, na qual afirma que RTR será estritamente focado na campanha para um jogador. Até uma confirmação oficial, considere essa nota como rumor, mas seguindo exemplo de Batman Arkham Knight e Assassin's Creed Syndicate, RTR pode não ter um modo multiplayer.
  • O terceiro pôster da série limitada foi revelado, e curiosamente será distribuído como bônus de pré-venda da Gamestop. Após "Woman vs. Wild" e "Tombs", surge "Guerrilla Combat", assinado por Frank Kozik: